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sábado, 12 de dezembro de 2009

Preparação Teste- 1.º Teste

1- Um dado em forma de octaedro tem as suas faces triangulares numeradas de 1 a 8 e têm igual probabilidade de saírem quando se lança o dado.

1.1 O Pedro lançou o dado uma vez.
1.1.1. Qual o conjunto de resultados possíveis?

1.1.2 Quais são os casos favoráveis do acontecimento "Sair múltiplo de 2"?

1.1.3 Determina, na forma irredutível, a probabilidade de "Sair um número menor que 7".

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Nome e Idade



  • What's your name? (Como te chamas?)
  • My name is ....(O meu nome é...).

  • What's your surname/last name? (Qual é o teu apelido/último nome?)

  • What's your first name? (Qual é o teu primeiro nome?)

  • What's your full name? (Qual é o teu nome completo?)

  • How old are you? (Que idade tens?)
  • I am....years old. (Tenho...anos).

terça-feira, 24 de novembro de 2009

1.º Teste_1.º Período

1. Estabelece a correspondência correcta entre a coluna I e a coluna II.


COLUNA I

1. Protão

2. Electrão

3. Neutrão


COLUNA II

A. Partícula com carga eléctrica negativa.

B. Partícula com menor massa.
C. Partícula com carga eléctrica positiva.

D. Partícula que se encontra no núcleo atómico.

E. Partícula electricamente neutra.
F. Partícula que se encontra na nuvem electrónica.

3. Considera os nuclídeos seguintes.



3.1 Completa a frase:


"Como estes átomos diferem no número de massa, chamam-se ____________".


3.2 Indica o nome de cada um destes nuclídeos, tendo em conta que representam átomos de hidrogénio.

3.3 Qual destes nuclídeos representa o átomo mais radioactivo? Porquê?

4. Completa as frases seguintes com os termos "fundamental" e "excitado":

"Se um electrão absorver energia e se essa energia for suficiente, este pode transitar para um nível de energia superior, ficando o átomo num estado_________. Como este estado é instável, o electrão emite energia , regressando ao seu estado___________."

5. O símbolo químico do cálcio é Ca. Este elemento tem nº de massa 41 e nº atómico 20.

5.1) Faz a representação simbólica deste átomo.

5.2) Indica a constituição do átomo.

5.3) Representa a distribuição electrónica do átomo.

5.4) Indica a constituição do ião Ca2+.

5.5 Indica um possível isótopo do átomo de cálcio aqui referido. Justifica.

6. Calcula as massas moleculares relativas das seguintes espécies químicas:

6.1) CO2

6.2) CH3COOH

sábado, 7 de novembro de 2009

Sólidos Geométricos

Poliedros- Sólidos apenas limitados por superfícies planas.

Não Poliedros- Sólidos limitados por superfícies curvas ou planas e curvas.

domingo, 17 de maio de 2009

Causas dos movimentos em massa


Uma análise cuidada de situações de movimentos em massa, ocorridos em Portugal, leva-nos rapidamente a concluir da existência de dois tipos de causas, capazes de condicionar a ocorrência destes fenómenos. Se, por um lado, estamos perante causas naturais, por outro lado, diferentes acções do Homem poderão estar na origem dos movimentos em massa. As causas acima referidas poderão estar relacionadas com diferentes conjuntos de factores. Assim temos:

    • factores condicionantes;
    • factores desencadeantes.
Os primeiros correspondem às condições mais ou menos permanentes que podem favorecer ou não os movimentos em massa. Os segundos correspondem a factores que resultam de alguma alteração que foi introduzida numa determinada vertente e que pode despoletar um movimento em massa.

ZONAS DE VERTENTE

As zonas de vertente, sobretudo quando o seu declive é mais acentuado, são locais onde fenómenos, tal como a erosão, podem ser mais rápidos e mais intensos. A erosão das vertentes, ou a forma como elas se vão modificando, deve-se essencialmente a dois tipos de causas naturais:

  • a erosão hídrica, essencialmente provocada pela água das chuvas;
  • os movimentos de terrenos, também designados movimentos em massa.

No primeiro destes dois tipos, estamos perante uma situação em que a erosão se processa de uma forma mais ou menos lenta e gradual, em consequência do desgaste dos solos provocado pelo impacto das gotas de chuva e pelo escoamento das águas ao longo das vertentes. Os materiais arrancados às vertentes são, quase sempre, em pequena quantidade e de pequenas dimensões.


Ocupação Antrópica e Problemas de Ordenamento

O desgaste provocado pelo impacto dos movimentos das águas do mar sobre a costa designa-se por abrasão marinha. Estes efeitos são mais notórios em arribas (costas altas e escarpadas). A abrasão ocorre na base da arriba, em que o impacto das águas sobre as rochas vai escavando e provocando a queda de detritos que se acumulam nas zonas mais baixas constituindo uma plataforma de abrasão.



As populações continuam a construir grandes centros populacionais em todo o litoral, que é considerado a zona de contacto entre o espaço terrestre e o espaço marítimo.
A subida do nível das águas, a construção de barragens nos rios e a retirada de areias para a construção civil contribuem para um recuo dramático da linha de costa.

Os detritos e as areias arrancadas pelo mar ou transportados pelos rios depositam-se quando as condições o propiciam, constituindo diferentes formas de deposição:

  • Praia – acumulação de areia na faixa litoral;
  • Restinga – acumulação de areia ligada à faixa litoral por uma das suas extremidades e com a outra livre;
  • Tômbolo – acumulação de areia que liga uma praia a uma ilha;
  • Ilha-barreira – acumulação de areia paralela à costa e dela separada por uma laguna.

Obras de intervenção na faixa litoral

A situação na faixa litoral tem conduzido a intervenções que ao invés de solucionarem os problemas resultantes do avanço do mar apenas os têm agravado ou deslocado para outros locais.

Têm sido construídas obras de protecção numa tentativa de impedir o avanço do mar na faixa costeira como os esporões (obras transversais à linha de costa), paredões (construções paralelas aderentes à linha de costa) e quebra-mares (construções paralelas destacadas da linha de costa).

A construção de esporões conduz a uma retenção de areias a ocidente destes, mas uma deficiência de abastecimento de areias nos locais a oriente e, consequentemente, aumentou a erosão.

Existem duas posições relativas à gestão da faixa litoral, uma delas defende que se deve deixar o litoral evoluir naturalmente, e outra defende que se deve fazer uma realimentação artificial das praias com areias, de modo a possibilitar a reconstituição natural dessas praias.


http://www.slideshare.net/catir/ocupao-antrpica-e-problemas-de-ordenamento

http://www.slideshare.net/catir/ocupao-antrpica

http://www.scribd.com/doc/13524120/ocupacao-antropica-

http://www.esec-odivelas.rcts.pt/BioGeo/ficha_antropica.htm

quinta-feira, 7 de maio de 2009

L' IMPÉRATIF

http://www.xtec.es/~sgirona/fle/hotpot/imperatif/imperatif1.htm

http://www.xtec.es/~sgirona/fle/hotpot/imperatif/imperatif2.htm

LA MAISON




Partitifs

http://www.prof2000.pt/users/benildefid/

http://www.prof2000.pt/users/benildefid/

http://www.prof2000.pt/users/dany/partitifs.htm

http://ofsgoncalo.no.sapo.pt/HotPot/partitifs.htm

Le corps humain


Alimentation







http://www.centrononio.com/testes/ini_2002/alimentation.htm

http://www.prof2000.pt/users/benildefid/

http://users.skynet.be/providence/vocabulaire/francais/aliment/ali1.htm

http://ofsgoncalo.no.sapo.pt/HotPot/jmatch_imag/fruits.htm

ONOMATOPEIAS

Onomatopeia consiste na formação de palavras pela imitação de sons e ruídos.

Exemplos
Aaai! – grito de dor
Ah! – grito de surpresa, dor, medo, pavor ou descoberta
Ah! Ah! Ah! – risada ou gargalhada
Bang! – tiro
Buáá! - choro
Clap! clap! Clap! plec! plec! – palmas
Grrr! – animal ou pessoa grunhindo
Meow! miau! – miado de felino
Nhec Nhec – cópula sobre colchão de mola
Oops! upa! epa! – espanto; medo; surpresa
Tic-tac – mecanismo de relógio
Tchibum - pedra caindo na água
Zzz! – zumbido de inseto, pessoa dormindo
Splash - queda d'água, mergulho
Hummm (comentário bovino) - uma Interjeição de dúvida ou de impaciência, assim chamada por assemelhar-se ao mugido de uma vaca ou touro.
Quack Quack -Som do pato

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Ph e POH

http://www.scribd.com/doc/3395692/Quimica-Aula-17-pH-e-pOH

http://www.bernoulli.com.br/prevestibular_bernoulliresolve/ufmg_09_2/3dia/resolvidas/quimica.pdf

http://www.jcpaiva.net/files/ensino/alunos/20022003/estagio/970303060/sem.%20qu%EDm..pdf

http://mariafatimabc.googlepages.com/Auto-ionizao.pdf

http://web.educom.pt/fq/acidobase/auto.htm

http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/acidos_bases/exercicios.html

A ESTRUTURA INTERNA DA TERRA

1- Indica os diferentes tipos de métodos que existem para o estudo da estrutura interna da Terra.
Métodos diretos e indiretos.

2- Distingue os métodos diretos dos indiretos.
- Os métodos diretos baseiam-se nas sondagens da crusta terrestre, na observação de afloramentos rochosos e no estudo de explorações mineiras, grutas e poços, e materiais expelidos pelos vulcões.

- Os métodos indiretos não se baseiam na observação de estruturas e materiais, mas no estudo de propagação das ondas sísmicas no interior do planeta, no estudo da propagação das ondas sísmicas no interior do planeta, no estudo do campo magnético terrestre e a análise dos corpos do sistema solar.

4- Distingue os 2 modelos que os cientistas elaboraram para  a estrutura interna da Terra.
- Modelo químico defende um modelo da estrutura interna da Terra em camadas, baseado na composição química dos materiais.

- Modelo físico defende um modelo da estrutura da Terra em camadas, baseado nas propriedades físicas dos materiais.

sábado, 18 de abril de 2009

Concentração de uma solução

Define-se concentração de uma solução como a quantidade de soluto presente numa dada quantidade de solução. (C= m/v)

http://www.prof2000.pt/users/eb23sg/eonline/sestudo/ea/fichas/cfq/cfq7ano/Materiais/concentracoes1.htm

Substâncias e misturas de substâncias

  • Misturas são materiais constituídos por mais do que uma substância. As misturas podem ser decompostas fisicamente nas substâncias constituintes
    Ex.: Gasolina, água do mar, ar, granito...

  • Puro no quotidiano significa que um material não tem substâncias estranhas à sua constituição.
  • Puro em Química é um material que é uma substância.

Testa agora o que sabes:
http://www.prof2000.pt/users/eb23sg/eonline/sestudo/ea/fichas/cfq/cfq7ano/Materiais/subst_mist1.htm

http://www.prof2000.pt/users/eb23sg/eonline/sestudo/ea/fichas/cfq/cfq7ano/Materiais/misturas1.htm

Constituição do Mundo Material- Materiais naturais e manufacturados

Materiais naturais: aqueles que são usados tal como existem na Natureza.












Materiais manufacturados: aqueles que são obtidos a partir da transformação de outros.












Testa os teus conhecimentos:

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Os Lusíadas- Canto X

  • Tétis e as restantes ninfas oferecem um banquete aos navegantes e durante ele uma ninfa começa a descrever os futuros feitos dos portugueses. Entretanto (estâncias 8-9) o poeta interrompe-lhe a descrição para invocar uma vez mais Calíope. Finda a invocação, a ninfa retoma o seu discurso, falando dos heróis e futuros governadores da Índia.
  • A partir da estância 74, onde acaba a prolepse (avanço no tempo, ou seja, previsão de factos futuros), Tétis conduz Vasco da Gama ao cimo de um monte, onde lhe mostra uma miniatura do Universo e descobre, no orbe terrestre, os lugares onde os portugueses irão praticar altos feitos. Dentro das várias profecias, Tétis narra o martírio de S. Tomé e faz referência ao naufrágio de Camões. Finalmente, Tétis despede os portugueses, que embarcam para empreenderem a viagem de regresso (estâncias 142-143), cuja viagem se efectua com vento sempre manso e favorável, chegando à foz do Tejo sem quaisquer problemas (estância 144).
  • Das estâncias 145 a 156 são apresentadas lamentações, exortações a D. Sebastião e vaticínios de futuras glórias.

Os Lusíadas- Canto IX

  • Dois feitores portugueses são encarregados de vender as mercadorias, mas são detidos em terra, para retardar a partida da armada portuguesa, a fim de dar tempo a que uma armada muçulmana viesse de Meca para a destruir.
  • O Gama é informado disso pelo árabe Monçaide e, por isso, decide partir, procurando fazer com que os dois feitores portugueses regressem secretamente à armada, mas não consegue o que pretende. Como represália, impede vários mercadores da Índia de regressarem a terra e, tomando-os como reféns, ordena a partida.
  • Por ordem do Samorim, são restituídos a Vasco da Gama os dois feitores portugueses e as fazendas, após o que se iniciou o regresso a casa (estâncias 13 a 17).
  • Vénus decide preparar o repouso e prémio para os portugueses (estâncias 18 a 21). Dirige-se, com esse objectivo, a seu filho Cupido (estâncias 22 a 50), e manda reunir as Ninfas numa ilha especialmente preparada para os acolher.
  • A «Ilha dos Amores», cuja descrição se apresenta nas estâncias 52 a 55, era uma ilha flutuante que Vénus colocou no trajecto da armada, de modo a que esta, infalivelmente, a encontrasse.
  • Os portugueses desembarcaram na ilha e as Ninfas deixam-se ver, iniciando-se uma perseguição. Para aumentar o desejo dos portugueses, as Ninfas opuseram uma certa resistência, apenas se deixando apanhar ao fim de algum tempo, efectuando-se, então, o «casamento» entre elas e os marinheiros.
  • Tétis, a maior, e a quem todo o coro das Ninfas obedecia, apresentou-se a Vasco da Gama, recebendo-o com honesta e régia pompa. Depois de se ter apresentado e dado a entender que ali viera por alta influição do Destino, tomando o Gama pela mão, levou-o para o seu palácio, onde lhe explicou (estâncias 89 a 91) o significado alegórico da «Ilha dos Amores»: as Ninfas do Oceano, Tétis e a Ilha outra coisa não são que as deleitosas honras que a vida fazem sublimada.
  • O Canto IX termina com uma exortação dirigida aos que aspiram a imortalizar o seu nome.

Os Lusíadas- Canto VIII

  • Paulo da Gama continua a explicar o significado das figuras nas bandeiras portuguesas ao Catual, que se mostra bastante interessado, fazendo várias perguntas.
  • Após a visita, o Catual regressa a terra. Por ordem do rei da Índia (estâncias 45 a 46) os Arúspices fazem sacrifícios, porque adivinham eterno cativeiro e destruição da gente indiana pelos portugueses.
  • Entretanto, Baco resolve agir contra os portugueses. Aparece em sonhos a um sacerdote árabe (estâncias 47 a 50) incitando-o a opor-se aos portugueses. Quando acorda, o sacerdote maometano instiga os outros a revoltarem-se contra Vasco da Gama.
  • Vasco da Gama procura entender-se com o Samorim, que, após violenta discussão, ordena a Vasco da Gama que regresse à frota, mostrando-lhe o desejo de trocar fazendas europeias por especiarias orientais.
  • Subornado pelos muçulmanos, o Catual impede o cumprimento das ordens do Samorim e pede a Vasco da Gama que mande aproximar a frota para embarcar, com o intuito de a destruir. Vasco da Gama, astuto e desconfiado, não aceita a proposta, sendo preso pelo Catual.
  • Com o receio de ser castigado pelo Samorim, por causa da demora, o Catual apresenta nova proposta a Vasco da Gama: deixa-o embarcar, mas terá de lhe dar em troca fazendas europeias. Vasco da Gama aceita e regressa à frota, depois de ter entregue as mercadorias pedidas. O canto acaba com as reflexões do poeta acerca do poder do «metal luzente e oiro».

Os Lusíadas- Canto VII

  • Os portugueses, que tinham chegado à Índia ainda no Canto VI (estância 92), agora, na primeira estrofe do Canto VII entram na barra de Calecut. Na estrofe 2, o narrador faz o elogio do espírito de cruzada luso e exorta as outras nações europeias a seguirem o exemplo dos Portugueses na luta contra os infiéis (estâncias 2 a 15). Uma vez chegados a terra, pescadores em leves embarcações mostram aos portugueses o caminho para Calecut, onde vive o rei da Índia. Das estâncias 17 a 22, é feita a descrição da Índia e apresentados os primeiros contactos com Calecut. Vasco da Gama avisa o rei da sua chegada e manda a terra o degredado João Martins. Este mensageiro encontra o mouro Monçaide, que já estivera em Castela e sabia quem eram os portugueses, ficando muito admirado por os ver tão longe da pátria. Convida-o a ir a sua casa, onde o recebe e lhe dá de comer. Depois disto, Monçaide e o enviado regressam à nau de Vasco da Gama. Monçaide visita a frota e fornece elementos acerca da Índia. Algum tempo depois, Vasco da Gama desembarca com nobres portugueses, é recebido pelo Catual, que o leva ao palácio do Samorim. Após os discursos de apresentação, o Samorim recebe os portugueses no seu palácio. Enquanto estes aqui permanecem, o Catual procura colher informações junto de Monçaide acerca dos portugueses e, em seguida, visita a nau capitaina, onde é recebido por Paulo da Gama, a quem pergunta o significado das figuras presentes nas bandeiras de seda. Das estâncias 77 até ao fim do Canto VII, Camões invoca as ninfas do Tejo e também as do Mondego, queixando-se dos seus infortúnios.

Os Lusíadas- Canto VI

  • Após as festas de despedida, a armada larga de Melinde para prosseguir a viagem até à Índia, levando a bordo um piloto melindano. Entretanto Baco desce ao palácio de Neptuno, a fim de incitar os deuses marinhos contra os portugueses, pois vê-os quase a atingir o império que ele tinha na Índia. Baco é recebido por Neptuno no seu palácio e explica-lhe os motivos da sua vinda.
  • Por ordem de Neptuno, Tritão vai convocar todos os deuses marinhos para o concílio. Assim que se encontram todos reunidos, Baco profere o seu discurso, apresentando honesta e claramente as razões da sua presença. As lágrimas interrompem-lhe a dado momento as palavras, fazendo com que de imediato todos os deuses se inflamassem tomando o seu partido. Neptuno manda a Eolo recado para que solte os ventos, gerando assim uma tempestade que destrua os portugueses (estâncias 6-37).
  • Sem nada pressentirem, os portugueses contam histórias para evitarem o sono, entre as quais a dos Doze de Inglaterra (estâncias 43-69). Quando se apercebem da chegada da tempestade, a fúria com que os ventos investem é tal que não lhes dá tempo de amainar as velas, rompendo-as e quebrando os mastros. É tal a fúria dos elementos que nada lhes resiste. As areias no fundo dos mares vêem-se revolvidas, as árvores arrancadas e com as raízes para o céu e os montes derribados. Na armada a situação é caótica. As gentes gritam e vêem perto a perdição, com as naus alagadas e os mastros derribados. Vendo-se perdido, Vasco da Gama pede ajuda à Divina Guarda.
  • Vénus apercebe-se do perigo em que os portugueses se encontram e, adivinhando que se trata de mais uma acção de Baco, manda as Ninfas amorosas abrandarem as iras dos ventos. Quando a tempestade se acalma (estâncias 70-85), amanhecia e o piloto melindano avista a costa de Calecut. O canto termina com a oração de agradecimento de Vasco da Gama e com uma reflexão do poeta acerca do verdadeiro valor da glória.

Lusíadas- Canto V

  • Vasco da Gama, que continua a sua narração ao rei de Melinde, apresenta agora, no começo deste canto, a largada de Lisboa e o afastamento da armada até ao desaparecimento no horizonte da fresca serra de Sintra. A viagem prossegue normalmente até à passagem do Equador, momento a partir do qual Vasco da Gama refere diversos fenómenos meteorológicos, tais como súbitas e medonhas trovoadas, o fogo de Santelmo e a tromba marítima (estâncias 16-23).
  • Chegados à ilha de Santa Helena, os portugueses contactam com um nativo, a quem oferecem vários objectos. Crendo haver conquistado a confiança dos nativos, Fernão Veloso aventura-se a penetrar na ilha de Santa Helena. A certa altura, surge a correr a toda pressa, perseguido por vários nativos, tendo Vasco da Gama de ir em seu socorro, travando-se uma pequena luta entre eles, da qual saiu Vasco da Gama ferido numa perna.
  • Regressados aos barcos, os marinheiros procuram gozar com Fernão Veloso, dizendo-lhe que o outeiro fora melhor de descer do que subir. Este, sem se desconcertar, respondeu-lhes que correra à frente dos nativos por se ter lembrado que os companheiros estavam ali sem a sua ajuda (estâncias 24-36).
  • Junto ao Cabo das Tormentas, ocorre o episódio do Gigante Adamastor (estâncias 37-60), o qual faz diversas profecias aos portugueses e, em seguida, interpelado por Vasco da Gama, conta a sua história.
  • Vasco da Gama relata o resto da viagem até Melinde, tendo referido também a mais crua e feia doença jamais por ele vista: o escorbuto. O canto termina com os elogios feitos pelo Gama à tenacidade portuguesa e com a invectiva do poeta contra os portugueses seus contemporâneos por desprezarem a poesia e a técnica que lhe corresponde.

Lusíadas- Canto IV

  • O canto IV começa por referir o interregno que se seguiu à morte de D. Fernando, entre 1383-85, e, em seguida, foca o reinado de D. João I, apresentando-nos os preparativos para a guerra com Castela, a figura de D. Nuno Alvares Pereira, o seu insurgimento contra aqueles que se colocaram ao lado de Castela, entre os quais se contam os seus próprios irmãos, e a Batalha de Aljubarrota, que opôs D. João I de Portugal a D. João I de Castela. Em seguida, é narrada a conquista de Ceuta e o martírio de D. Fernando, o Infante Santo.
  • São a seguir apresentados os reinados a seguir a D. João I, entre os quais os de D. Afonso V e de D. João II. No reinado de D. Manuel I, é apresentado o seu sonho profético (estâncias 67-75). D. Manuel I confia a Vasco da Gama o descobrimento do caminho marítimo para a Índia e é-nos depois apresentada a partida das naus, com os preparativos para a viagem, as despedidas na praia de Belém e, finalmente, o episódio do velho do Restelo, no qual um velho de aspecto venerando critica os descobrimentos, apontando os seus inconvenientes e criticando mesmo o próprio rei D. Manuel I, que deixava criar às portas o inimigo, no Norte de África, para ir buscar outro tão longe, despovoando-se o reino e enfranquecendo-o consequentemente.

Os Lusíadas- Canto III

  • O narrador começa por invocar Calíope, musa da poesia épica, para que lhe ensine o que Vasco da Gama contou ao rei de Melinde. A partir daqui o narrador passa a ser Vasco da Gama. Segundo ele, não contará história estranha, mas irá ser obrigado a louvar os seus, o que, segundo ele, não será o mais correcto. Por outro lado, receia que o tempo de que dispõe, por mais longo que seja, se torne curto para tantos e tão grandiosos feitos. Mas obedecerá ao seu pedido, indo contra o que deve e procurando ser breve. E, para que a ordem leve e siga, irá primeiro tratar da larga terra e, em seguida, falará da sanguinosa guerra.
  • Após a descrição da Europa, Vasco da Gama fala das origens de Portugal, desde Luso a Viriato, indicando também a situação geográfica do seu país relativamente ao resto da Europa. A partir da estância 23, começa a narrar a História de Portugal desde o conde D. Henrique até D. Fernando, último rei da primeira dinastia.
  • Os principais episódios narrados dizem respeito aos reinados de D. Afonso Henriques e a D. Afonso IV.
  • Relativamente ao primeiro rei de Portugal, refere as diferentes lutas travadas por ele: contra sua mãe, D. Teresa, contra D. Afonso VII e contra os mouros, para alargamento das fronteiras em direcção ao sul. São de destacar os episódios referentes a Egas Moniz (estâncias 35-41) e a Batalha de Ourique (estâncias 42-54).
  • No reinado de D. Afonso IV, destacam-se os episódios da formosíssima Maria, em que sua filha lhe vem pedir ajuda para seu marido, rei de Castela, em virtude de o grão rei de Marrocos ter invadido a nobre Espanha para a conquistar; o episódio da batalha do Salado, em que juntos os dois Afonsos vencem o exército árabe; e, finalmente, o episódio de Inês de Castro, a mísera e mesquinha que depois de morta foi rainha.

Os Lusíadas- Canto II

  • O rei de Mombaça convida a armada portuguesa a entrar no porto a fim de a destruir. Vasco da Gama, por medida de segurança, manda desembarcar dois condenados portugueses, encarregados por ele de obterem informações acerca da terra. Baco disfarça-se de sacerdote cristão. Os dois portugueses são levados à casa onde ele se encontra e vêem em Baco um sacerdote cristão junto a um altar onde se representavam Cristo e os Apóstolos. Quando os portugueses regressam à armada, dão informações falsas a Vasco da Gama, convencidos de que estavam entre gente Cristã. Vasco da Gama resolve entrar com a armada no porto de Mombaça. Vénus apercebe-se do perigo e, com a ajuda das Nereides, impede os barcos de entrar no porto. Perante o espanto de todos, apesar do vento empurrar os barcos em direcção à cilada, eles não avançam. O piloto mouro e os companheiros que também tinham sido embarcados na ilha de Moçambique, pensando que os seus objectivos tinham sido descobertos, fogem precipitadamente lançando-se ao mar, perante a admiração de Vasco da Gama, que acaba por descobrir a traição que lhe estava preparada e à qual escapou milagrosamente.

  • Vasco da Gama agradece à Divina Guarda o milagre concedido e pede-lhe que lhe mostre a terra que procura. Vénus, ouvindo as suas palavras, fica comovida e vai ao Olimpo queixar-se a Júpiter pela falta de protecção dispensada pelos deuses aos Portugueses. Júpiter fica comovido e manda Mercúrio a terra para preparar uma recepção em Melinde aos Portugueses e inspirar a Vasco da Gama qual o caminho a seguir. A armada continua a viagem e chega a Melinde, onde é magnificamente recebida. Vasco da Gama envia um embaixador a terra e o rei acolhe-o favoravelmente.

  • Após várias manifestações de contentamento em terra e na armada, o rei de Melinde visita a armada portuguesa.

Os Lusíadas- Canto I

CANTO I

  • Depois do Concílio dos Deuses, a armada de Vasco da Gama chega a Moçambique onde pára para se abastecer. Aí recebe a bordo da nau alguns Mouros da Ilha. O Régulo, isto é, o chefe da Ilha, é recebido por Vasco da Gama.

  • O Mouro, quando verifica que os Portugueses eram Cristãos, inspirado por Baco, resolve destruí-los. Quando Vasco da Gama desembarca na ilha‚ é atacado traiçoeiramente, mas com a ajuda dos marinheiros portugueses consegue vencer os mouros. Após o triunfo, Vasco da Gama recebe a bordo um piloto, que recebera ordens para levar os portugueses a cair numa cilada em Quíloa. Quando a armada se aproximava de Quíloa, Vénus, que descobrira a traição de Baco, afasta a armada da costa por meio de ventos contrários, anulando assim a traição. O piloto mouro tenta outras vezes aproximar a armada da costa para a destruir, mas Vénus está atenta e impede que isso aconteça. Entretanto os portugueses continuam a viagem para Norte e chegam a Mombaça, cujo rei fora avisado por Baco para receber os portugueses e os destruir .

http://www.exames.org/fichas/9ano/portugues/port9_consilio_dos_deuses_margarida.pdf

sábado, 21 de março de 2009

L' alimentation


LES ARTICLES PARTITIFS

Não existem em Português. Representam uma parte de um todo. Não o confundas com os artigos definidos e indefinidos.

Exemplo: Eu quero o bolo. (definido, sabemos de que bolo se trata. Je veux le gâteau.
Eu quero um bolo. (indefinido, um qualquer mas o bolo todo). Je veux un gâteau.
Eu quero bolo. (partitivo, uma parte do bolo). Je veux du gâteau.

  • SINGULAR: Masculino: du , de l'*; Feminino: de la , de l'*

* de l' antes de nomes começados por vogal ou h mudo

  • PLURAL: des
  • NEGATIVA: de, d'.

Testa os teus conhecimentos:

http://www.prof2000.pt/users/dany/partitifs.htm


http://www.prof2000.pt/users/Deogil/Fran/artpartitifsex1.htm

http://compendio.prof2000.pt/mmbelbute/partitifsjcze.htm

http://www.anossaescola.com/idanha/ficheiros/recursos/Articlespartitifs.htm

quarta-feira, 11 de março de 2009

Tipos e formas de frases

http://www.cardosolopes.net/Alunos/Disciplinas/LP/5Ano/actividades/tiposfrase1.htm
http://www.prof2000.pt/users/didiefe/74formtipfr.htm
http://www.educacao.te.pt/jovem/index.jsp?p=115&idArtigo=5651
http://www.anossaescola.com/idanha/ficheiros/recursos/Tipos%20e%20formas%20de%20frase.htm
http://pwp.netcabo.pt/0511134301/formas.htm
http://imagens.webboom.pt/recurso?&id=220878

FORMAÇÃO DO PLURAL DOS NOMES

A - Regra Geral: Acrescenta-se um s aos nomes terminados em vogal.
Ex.: Bola/Bolas Rei/Reis

B - Quando as palavras terminam em consoante acrescenta-se es.
Ex.: Flor/Flores Avestruz/Avestruzes

C - As palavras terminadas em al, el, ol, ul, trocam o l por is.
Ex.: Jornal/Jornais Caracol/Caracóis Azul/Azuis

D - As palavras terminadas em il mudam o l para s.
Ex.: Funil/Funis Barril/Barris

E - As palavras terminadas em m fazem o plural com ns.
Ex.: Nuvem/Nuvens Atum/Atuns

F - As palavras terminadas em ão fazem plural de três formas: ãos, ões, ães.
Ex.: Mão/Mãos Leitão/Leitões Pão/Pães

G - Os nomes constituídos por mais de uma palavra formam o plural de modos diferentes.
Aprende como se forma o plural de algumas dessas palavras.
quarta-feira/quartas-feiras
Couve-Flor/Couves-Flores
Pão-de-Ló/Pães-de-Ló
Guarda-Chuva/guarda-Chuvas
Pai-Natal/Pais-Natal

H - Algumas palavras não mudam o plural.
Ex.: o cais/os cais o lápis/os lápis

Exercícios:
http://www.prof2000.pt/users/rocaramelo/PLURINOME.htm
http://www.fl.ul.pt/pessoais/didactica/Recursos/Trabalhos/Web%20documents/pluralsubstantivos.htm

terça-feira, 10 de março de 2009

ACIDENTES GEOGRÁFICOS

  • Acidentes geográficos são variações no relevo terrestre, e podem ser divididos em duas categorias: acidentes naturais, como lagos, rios, montanhas, vales, serras, etc.; e acidentes artificiais, como casas, cidades, pontes, etc.

  • Os acidentes geográficos geralmente são utilizados como ponto referencial para delimitar fronteiras, como os Montes Urais, acidente geográfico que delimita a fronteira entre a Ásia e a Europa.

1- O que são acidentes geográficos?

2- Os acidentes geográficos podem ser divididos em duas categorias. Quais são elas?

3- Geralmente os acidentes geográficos são utilizados para delimitar fronteiras. Dê exemplo de um acidente geográfico que delimita fronteira entre dois países da América do Sul.

4- O que são ilhas e como se chama um conjunto delas?

5- O que é uma baia ou golfo e qual a diferença entre os dois?

6- O que é um canal ? Dê exemplo de um canal natural e outro artificial.

7- O que é uma península?

http://pwp.netcabo.pt/geografia/hotpotatoes/acidentesgeo.htm

PERTURBAÇÕES NO EQUILÍBIO DOS ECOSSISTEMAS

O equilíbrio pode ser destruido por várias causas. As catástrofes são acontecimentos inesperados que causam grandes prejuízos materiais e/ou humanos. São inúmeros os acontecimentos catastróficos que assolam o nosso planeta.

http://docs.thinkfree.com/docs/view.php?dsn=850285
http://docs.thinkfree.com/docs/view.php?dsn=850194
http://docs.thinkfree.com/docs/view.php?dsn=850192
http://docs.thinkfree.com/docs/view.php?dsn=850190
http://docs.thinkfree.com/docs/view.php?dsn=850189
http://www.netxplica.com/Verifica/perturbacoes.equilibrio.ecossistemas.htm


http://www.prof2000.pt/users/elisabethm/geo8/fichas/catastrofes3.htm
http://www.prof2000.pt/users/elisabethm/geo8/fichas/catastrof4.htm
http://www.prof2000.pt/users/elisabethm/geo8/fichas/catastrof2.htm
http://www.prof2000.pt/users/elisabethm/geo8/fichas/catastrof1.htm

domingo, 1 de março de 2009

As Forças

1- Completa correctamente as frases que se seguem:
A – Qualquer força pode ser representada por um ______________. O comprimento do segmento indica a _________________ da força e a ________________ indica o sentido.
B – A unidade SI de intensidade de força é ________ e simboliza-se por _________.
C – Os aparelhos que medem a intensidade das forças chamam-.se ___________________.
D – Duas forças verticais têm a mesma______________ e duas forças de 5 N têm a mesma _________.


2- Os corpos interactuam entre si, devido à acção de forças.
Refere alguns tipos de forças, exemplificando.


3- Indica quais são os efeitos resultantes da aplicação de forças nos corpos.


4- Relativamente à grandeza força refere:
a) A força é uma grandeza física escalar ou vectorial?
b) Como se caracteriza a força?
c) Qual é a unidade de força no Sistema Internacional de Unidades?

http://www.escolaborba.pt/apontamentos_Movimentos_e_forcas.swf

domingo, 15 de fevereiro de 2009

As dificuldades económicas dos anos 30

http://www.navegar.com.pt/navegar2_quiz/historia/anos30/index.html

http://www.deemo.com.pt/exercicios/hist/9/10.1dea30.htm

http://www.malhatlantica.pt/sitiodahistoria/FichasTema10.htm

http://historiajulia-exercicios.blogspot.com/2007/11/crise-de-1929-e-o-nazi-fascismo.html

Da Ditadura Militar ao Estado Novo

  • A 28 de Maio de 1926, após o golpe militar que pôs fim à Primeira República parlamentar, Portugal tornou-se um alvo fácil das soluções autoritárias. Estando numa grande crise socioeconómica e sem ter sólidas raízes democráticas, o País encontrou a resposta à incapacidade política da República parlamentar na intervenção do Exército. De facto, a sociedade portuguesa, principalmente as classes médias, ansiava por um governo forte, capaz de restaurar a tranquilidade e a ordem e de lhes devolver o desafogo económico.
  • Deste modo, sem encontrar oposições significativas, instalou-se uma ditadura militar no País, que durou até 1932-33. Esta foi, obviamente, apoiada por uma grande parte da população, pelo menos nos seus primeiros tempos. Todavia, quando os elementos direitistas e as tendências monárquica e fascista começaram a afirmar-se, uma grande parte de pessoas – incluindo das Forças Armadas – apercebeu-se dos perigos que o recente regime poderia apresentar, uma vez que este reprimia os direitos individuais e censurava a imprensa desde os primeiros tempos. Para além disso, a ditadura militar mostrou-se incapaz de resolver os problemas da Nação, pois fracassou na ideologia de restaurar a Pátria e de lhe restituir a estabilidade. Este facto levou, portanto, a uma diminuição da adesão entusiástica dos primeiros tempos. O fracasso ficou a dever-se às contínuas mudanças de chefes do Estado, originadas a partir de desentendimentos entre os militares, e à não qualificação técnica dos chefes da ditadura, o que resultou no agravamento do défice orçamental. A incompetência administrativa e ao nível ministerial agravou-se de facto, ao contrário do que se pretendia.
  • Em Junho de 1926, a ditadura militar convidou António de Oliveira Salazar, professor de Economia da Universidade de Coimbra, para a pasta das Finanças, dado que este tinha já um passado político de certa relevância. Foi eleito deputado pelo Partido Católico (que o próprio ajudou a organizar) em 1921 , era considerado um representante ideal dos interesses da Extrema-Direita católica, simpatizante da Monarquia , e era louvado e respeitado pelos seus livros e artigos sobre problemas económicos e financeiros. Contudo, Salazar demitiu-se algum tempo depois, por entender que não dispunha das condições necessárias para realizar as reformas que considerava indispensáveis . Agravada a situação financeira, foi de novo chamado para o mesmo Ministério, do qual tomou posse a 27 de Abril de 1928, com a condição de supervisar os orçamentos de todos os ministérios e de ter direito de veto em todos os aumentos de despesa respectivos . Satisfeita a exigência, Salazar impôs uma forte austeridade e um rigoroso controlo das contas . Graças a uma série de reformas orçamentais, tributárias, pautais e de crédito impostas por ele, foram saneadas as finanças do Estado, extinto o défice orçamental e diminuída a dívida pública flutuante . O País apresentou então, pela primeira vez num período de 15 anos, saldo positivo no orçamento . O sucesso da sua política financeira, logo qualificado de “milagre” , conferiu-lhe imenso prestígio e converteu-o no “Salvador da Pátria” . O prestígio ganho, a propaganda, a habilidade política na manipulação das correntes da direita republicana, dos monárquicos e dos católicos consolidavam o seu poder. A ditadura dificilmente o poderia dispensar e o Presidente da República consultava-o em cada remodelação ministerial . Para além disso, os seus discursos públicos, de palavras concisas e calmas, elegantes e simples, em contraste com a habitual vã retórica dos políticos, agradavam à maioria e interessavam pela compreensão . O controlo do governo por Salazar foi, a pouco e pouco, abrangendo problemas políticos e militares.
  • Em 1929, o ditador já se dirigia à Nação sobre assuntos não financeiros, tendo pronunciado pela primeira vez o slogan “Tudo pela Nação, nada contra a Nação”, o que realçou o seu nacionalismo direitista.
  • Em Julho de 1932, Salazar foi nomeado para a chefia do Governo, num Ministério predominantemente civil e de indivíduos da sua geração, que o admiravam . Com o intuito de instaurar uma nova ordem política, Salazar empenhou-se na criação das necessárias estruturas institucionais. Ainda em 1930, enquanto a oposição democrática se desvanecia em sucessivas revoltas sem êxito, procurou-se dar ruma à Revolução Nacional imposta pela ditadura. Salazar, recusando o regresso ao parlamentarismo da Primeira República, deu a solução: criou as Bases Orgânicas da União Nacional (movimento nacional aglutinador de todos quantos quisessem servir a Pátria) e promulgou o Acto Colonial. Em 1933, foram publicados o “Estatuto do Trabalho Nacional” e a “Constituição de 1933”, que estava submetida a plebiscito nacional.
  • Deste modo, a partir da entrada em vigor da “Constituição de 1933”, ficou consagrado um sistema governativo conhecido por Estado Novo, tutelado por Salazar, também apelidado de Salazarismo. Este sistema político ficou caracterizado pelo forte autoritarismo do Estado e condicionamento das liberdades individuais aos interesses da Nação. Ditador e chefe indiscutível do Estado Novo , Salazar impôs-se firmemente ao parlamentarismo, à democracia e ao liberalismo político, e defendeu o corporativismo, o nacionalismo, o conservadorismo e o autoritarismo do regime. Foi, portanto, através destes princípios ideológicos que uma grande parte dos portugueses (a hierarquia religiosa e os devotos católicos, os grandes proprietários agrários e a alta burguesia ligada ao comércio colonial e externo, a média e pequenas burguesias pauperizadas, os monárquicos, os integralistas e simpatizantes do ideário fascista, e os militares ) se deixou convencer da qualidade e justiça da sua política. Apesar de Salazar repudiar a violência e paganismo dos totalitarismos fascistas de Benito Mussolini e Adolf Hitler, não deixou de fazer uso de fórmulas e estruturas político-institucionais decalcadas dos modelos fascistas (particularmente do italiano) no seu ideário para a sociedade portuguesa, embora com algumas alterações de forma e conteúdo.

http://www.deemo.com.pt/exercicios/hg/6/hgp6.g28men.htm

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

DIFFERENCES BETWEEN THE SIMPLE PAST AND THE PRESENT PERFECT

Present Perfect Simple


* O present perfect simple forma-se com o present simple do verbo to have + o particípio passado do verbo a utilizar.
Joana has lived in Porto longer than Francisca.
USO
* O present perfect simple usa-se para falar de coisas que aconteceram num passado recente e são relevantes para o presente.
She’s been to the beach today

* As preposições for e since são, muitas vezes, usadas com o present perfect simple. Usa-se for para dizer há quanto tempo dura uma coisa. Usa-se since para indicar quando uma coisa começou.
I’ve been here for a month.
Sue has been a vegetarian since last year.

Os advérbios de tempo just, already e yet são, frequentemente, usados com o present perfect. Têm significados semelhantes, mas usam-se em situações diferentes.
Usa-se just para exprimir uma acção que acabou de acontecer.
I’ve just spilt some milk on the floor.

*Usa-se already nas frases afirmativas e a sequência é to have + already+ particípio passado.
I’ve already done something wrong.
*Usa-se yet nas frases negativas e interrogativas e coloca-se, geralmente, no fim.

He hasn’t arrived yet.
Has he arrived yet?

Present perfect simple and past simple

* O present perfect simple usa-se para falar de uma coisa que começou no passado, continua no presente e, muito provavelmente, continuará no futuro. O past simple usa-se para falar de acções que ocorreram no passado e não têm ligação com o presente.
He has lived in London for ten years.
He lived in Milan a long time ago.

* O Present perfect usa-se para falar de acções que ocorreram numa altura não especificada do passado. O past simple usa-se para falar de acções que ocorreram numa determinada altura do passado e que é, geralmente, mencionada.
She has already gone to bed.
She went to bed at 10 o’clock.


* O present perfect simple usa-se para falar de acções que ocorreram num período de tempo que ainda não acabou. Por exemplo: today, this month, this year. O past simple usa-se para falar de acções que ocorreram num período de tempo que já acabou. Por exemplo: yesterday, last month, last year ou this morning, se já passa do meio dia.

I’ve had three cups of coffee today.
I had two cups of tea yesterday.

WE USE THE SIMPLE PAST WHEN:

- WE TALK ABOUT ACTIONS THAT HAPPENED A LONG TIME AGO

- WITH THE FOLLOWING WORDS: AGO, LAST MONTH/WEEK..., YESTERDAY, IN 1985...

  • WE USE THE PRESENT PERFECT WHEN:

    - WE TALK ABOUT RECENT ACTIONS

    - WITH THE FOLLOWING WORDS:

    - JUST, ALREADY, NEVER, EVER, FOR, SINCE

http://www.apena.rcts.pt/internet2003/posto11/pagina3.htm

http://www.apena.rcts.pt/internet2003/posto11/pagina4.htm

http://www.esds1.pt/site/images/stories/isacosta/secondary_pages/Grammar/s.%20past%20vs.%20pr.pdf

http://www.englishpage.com/verbpage/verbs5.htm

http://www.prof2000.pt/users/joaojardim/Hotpotatoes/pastandperfect_cloze.htm

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Preparação Teste- 1.º Teste- 2.º Período

A. Reading
1. Read the text. Answer the questions. Write complete sentences.

15th August


Hi Joanne!

I`m sending you a letter from Fuengirola. I`m on holiday here with my family. I`m writing this letter on the beach!

We`re staying in a really nice hotel next to the beach. There are a lot of young people here. There`s a disco at the hotel every evening- it`s really cool.

At the moment dad is swimming in the sea. Mum isn´t swimming but she`s wearing her bikini and she`s reading a magazine. My brother is shopping - he wants to buy some new shorts and a cap. I can see him now- he`s trying on some funny hats!

I hope you`re having a good holiday in Scotland. Send me a postcard!

Love,
Zoe


1. Where is Zoe at the moment?

2. How often is there a disco at the hotel?

3. What`s Zoe`s dad doing?

4. Where is Joanne spending her holiday?


B. GRAMMAR

2. Write the -ing form in the verbs.

a) Write_________

b) Swim_________

c) Play__________

d) Dance________

e) Run__________

f) Study_________

g) Do___________

h) Go___________

i) Wear__________


3. Write pair of sentences. Use the present continuous affirmative and negative.


We/ not watch TV (chat).

We aren`t watching TV. We`re chatting.


He/ not sing (shout).

____________________________________


My friends/ not play football (volleyball).

____________________________________


I / not wear shorts (jeans).
____________________________________


Jane/ not do her homework (play the piano).

____________________________________



4. Look at the information in the table. Complete the questions and write short answers.



Use the present continuous.

a) ______Paul_________the guitar?
Yes, he is.
b) ______Val and Ann_______to friends?
______________________________
c) _______Paul________pizza?
____________________________
d) _______Jill_________to friends?
___________________________
e) ________Val and Ann_________the guitar?
___________________________________
5. Complete the e-mail. Use the present continuous of the verbs.
meet / not play/ do / watch / go
Hi Deb!
What _______you_________this weekend?
I__________Sara on Saturday. We______________to the football club, but we__________football- we____________Darren and Paul in the School Football League!
Do you want to come?
Emma
6. Write sentences. Use can or can`t and the words (play / speak / cook / use / play / sing )
My mum can`t sing any songs. X
a) I _______Japanese. X
b) David Beckham _________football. V
c) My sister ________Italien food. X
d) My best friend ________the violin. V
e) I________a computer.
7. Look at the information and write sentences . Use must or mustn`t.
Athletes`diet sheet
Chicken :)
water :)
fruit :)
burgers :(
cola :(
chips :(
Athletes must eat chicken.
a)__________________
b)__________________
c)__________________
d)__________________
e)__________________
C. Dialogue
8. Complete the dialogue. Use the following words and expressions:
there/ plays the drums / friend of yours / chatting to / Let`s go / I don`t know
here/ she is / she`s wearing / She`s got
Kate Do you know Jill?
Ben No, _______. Is she_______?
Kate Yes, over_______. __________long hair and _________tracksuit bottoms and a white T-shirt.
Ben Is she__________Mike?
Kate That`s right.
Ben Is she__________?
Kate Yes, ________. She sometimes __________ in our band.
__________ and talk to her.

PRESENT CONTINUOUS

http://www.grammarnet.com/ghtml/present/exprescont1.htm

Some / Any

  • some: affirmative statements, offers, requests and in questions when you expect the answer "yes"

  • any: negative statements, questions
    Have you got any bananas? No, we haven't got any. But we've got some oranges.


http://www.englisch-hilfen.de/en/exercises/confusing_words/some_any.htm

http://www.englisch-hilfen.de/en/exercises/confusing_words/some_any2.htm

http://www.englisch-hilfen.de/en/exercises/confusing_words/some_any3.htm

domingo, 8 de fevereiro de 2009

How much/ How many

"much" e "many" são usados para relatar quantidades.
  • "Much" = muito, é usado com substantivos incontáveis. Ex: They don't have much food. (Eles não tem muita comida.)

  • "Many" = muitos, muitas. É usado com substantivos contáveis. Ex: There are many movie theaters in town. (Há muitos cinemas na cidade.)
http://www.grammarnet.com/gdownload/pdf/elementary/eexe25.pdf

Countable and Uncountable Nouns

Countable nouns

Os substantivos contáveis são substantivos que podemos contar.
Têm formas de singular e de plural. O plural dos substantivos, em regra, forma-se acrescentando um -s

podem ser seguidos de verbos no plural ou no singular:
e.g. The door is open. / The doors are open.

no singular, têm que ser acompanhados de a / an / the / my, etc:
e.g. I bought a car. / This is my car.

podem ser usados sozinhos ou com some / any / many / few no plural:
e.g. I love oranges. / I bought some oranges to make juice.


Uncountable nouns

Os substantivos incontáveis são substantivos que não podemos contar.

Têm apenas formas de singular.

São sempre acompanhados por um verbo no singular:
e.g. The water is very fresh. / The milk tastes sour.

Não são antecedidos por a / an / one / two...
e.g. Water is essencial.

Podem ser usados sozinhos ou com some / any / much / little / the / my...
e.g. We don't have (any) coffee.

Quando se pede café (coffee), chá (tea), água (water) num restaurante ou café, pode usar-se a / an, one / two, e, nesse caso, estes substantivos podem ter plural:
e.g. We'll have two teas, please.



http://www.inglesnanet.com/vocabulary/countable.htm

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Frase ativa e frase passiva

Uma oração que encontre na voz ativa transforma-se da seguinte forma para a voz passiva:
– O sujeito da ativa passa a agente da passiva;
– O complemento direto muda para o sujeito da oração passiva;
– O verbo auxiliar, ser, conjuga-se no mesmo tempo verbal do verbo principal;
– O verbo principal passa para o particípio passado, concordando em género e número com o sujeito da passiva.

Assim, temos:
Voz ativa: O João comeu o bolo. (O verbo "comer" está no Pretérito Perfeito)
Voz passiva: O bolo foi comido pelo João. (O verbo "ser" está no Pretérito Perfeito e o verbo principal no particípio passado).

Voz ativa: O João come o bolo. (O verbo "comer" está no Presente)
Voz passiva: O bolo é comido pelo João. (O verbo "ser" está no Presente e o verbo principal no particípio passado).

Vamos lá testar os teus conhecimentos.

1- Reescreve as seguintes frases na passiva.

a) Os meninos comeram os biscoitos de manteiga.
b) Os adultos consideram a infância o seu tempo favorito.
c) Os alunos teriam feito menos barulho se os tivessem avisado.
d) Devolveram as tartarugas ao seu habitat natural.
e) Os turistas descreveram aos seus familiares as belezas daquela ilha.

2- Reescreve as seguintes frases na ativa.
a) O bolo terá sido comido pelos meninos?
b) A escola teria sido abandonada pelo Diogo, se o deixassem.
c) Aqueles prédios foram construídos pelo senhor que ali vês.
d) Esta música tem sido cantado pelos artistas em todos os festivais.
e) Os alunos haviam sido avisados pelo professor?
f) O concurso de poesia já tinha sido realizado pelos professores de português o ano passado

Soluções:
1.
a) Os biscoitos de manteiga foram comidos pelos meninos.
b) A infância é considerada pelos adultos o seu tempo favorito.
c) Menos barulho teria sido feito pelos alunos se os tivessem avisado.
d) As tartarugas foram devolvidas ao seu habitat natural.
e) As belezas daquela ilha foram descritas pelos turistas aos seus familiares.

2.
a) Os meninos terão comido o bolo?
b) O Diogo teria abandonado a escola, se o deixassem.
c) O senhor que ali vês construiu aqueles prédios.
d) Os artistas têm cantado esta música em todos os festivais.
e) O professor havia avisado os alunos?
f) Os professores de português já tinham realizado o concurso de poesia o ano passado.










segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Reacções Ácido-Base

Para comparar diferentes graus de acidez ou basicidade, os químicos pensaram em algo muito simples. Definiram uma escala numérica que permite ordenar as substâncias de acordo com o seu grau de acidez ou basicidade. Chama-se escala de pH e compreende, quase sempre, valores entre 0 e 14.


Quando se põe em contacto uma solução ácida com uma solução básica ocorre sempre uma reacção química. É assim que se consegue alterar a acidez das soluções ácidas e a basicidade das soluções básicas. A acidez de uma solução diminui quando se lhe adiciona uma solução básica, a basicidade de uma solução diminui quando se lhe adiciona uma solução ácida, alterando o pH.

O indicador universal adquire um conjunto de cores diferentes após as adições de solução de hidróxido de sódio. Essas cores permitem determinar o pH da mistura.

À medida que se adiciona solução básica de hidróxido de sódio à solução ácida de ácido clorídrico, o pH da mistura vai aumentando. Significa isto que a solução se torna sucessivamente menos ácida, acabando mesmo por tornar-se básica.

Reacções ácido-base também podem ser chamadas reacções de neutralização. As reacções ácido-base são reacções entre soluções aquosas ácidas e soluções aquosas básicas. Nessas reacções forma-se sempre uma substância pertencente ao grupo dos sais e ainda água:


Exemplos:
1. Ácido clorídrico + Hidróxido de potássio = Cloreto de potássio + Água
2. Ácido sulfúrico + Hidróxido de magnésio = Sulfato de magnésio + Água
3. Ácido sulfuroso + Hidróxido de sódio = Sulfito de sódio + Água



Os indicadores são compostos químicos que adquirem cores diferentes quando estão em presença de soluções ácidas, básicas ou neutras.

São exemplos de indicadores de ácido-base: a solução alcoólica de fenolftaleína e a tintura de tornesol.


http://pamportateis.com.sapo.pt/acido_base1.htm

http://www.anossaescola.com/vagos/ficheiros/recursos/Indicadores%20%C3%A1cido-base.htm

sábado, 31 de janeiro de 2009

Verbos - Modais

Os verbos modais (ex. can, could, may, might, should, etc.):

  • Permitem-nos exprimir capacidade, possibilidade, permissão, obrigação, proibição, forte probabilidade, etc.)
He can play tennis.
Ele sabe jogar ténis. (capacidade)


She might come.
Ela pode vir. (possibilidade)

You may go.
Podes ir. (permissão)

  • Apenas quatro verbos modais têm a forma no passado, mas não são verdadeiramente verbos do passado:

can.......could

may.....might

shall.....should

will......would

La voix active et la voix passive

http://www.restena.lu/amifra/exos/conj/passif1.htm

http://www.restena.lu/amifra/exos/conj/passif3.htm

http://www.prof2000.pt/users/anaroda/pfrances/Trabalho_final_pagina_frances/gram_moyen/voix_passive_trous1.htm

http://www.prof2000.pt/users/anaroda/pfrances/Trabalho_final_pagina_frances/gram_moyen/voix_passive_associar1.htm

http://www.prof2000.pt/users/anaroda/pfrances/Trabalho_final_pagina_frances/gram_moyen/voix_passive_recrire1.htm

http://www.bonjourdefrance.com/n4/qcm/fpedq.htm

http://www.tolearnfrench.com/exercises/exercise-french-2/exercise-french-41548.phphttp://www.tolearnfrench.com/exercises/exercise-french-2/exercise-french-3287.phphttp://www.tolearnfrench.com/exercises/exercise-french-2/exercise-french-20459.phphttp://www.tolearnfrench.com/exercises/exercise-french-2/exercise-french-40829.php

Present Perfect Simple

The present perfect simple expresses an action that is still going on or that stopped recently, but has an influence on the present. It puts emphasis on the result.

Form of Present Perfect
- Affirmative
I / you / we / they- I have spoken.
he / she / it- He has spoken.

- Negative
I / you / we / they- I have not spoken.
he / she / it- He has not spoken.

- Interrogative
Have I spoken?
Has he spoken?

Use of Present Perfect

- puts emphasis on the result

Example: She has written five letters.

- action that is still going on
Example: School has not started yet.

- action that stopped recently
Example: She has cooked dinner.

- finished action that has an influence on the present
Example: I have lost my key.

- action that has taken place once, never or several times before the moment of speaking
Example: I have never been to Australia.

- Signal Words of Present Perfect
already, ever, just, never, not yet, so far, till now, up to now

- Exercises on Present Perfect:
http://www.ego4u.com/en/cram-up/grammar/present-perfect-simple

Conditional Sentences

Conditional Sentence Type 1
→ It is possible and also very likely that the condition will be fulfilled.

Form: if + Simple Present, + Future (will/won`t + Infinitive)

Example: If I find her address, I’ll send her an invitation.

Conditional Sentence Type 2
→ It is possible but very unlikely, that the condition will be fulfilled.

Form: if + Simple Past + Conditional I (= would/wouldn´t + Infinitive)

Example: If I found her address, I would send her an invitation.

Exercises:

http://www.ego4u.com/en/cram-up/grammar/conditional-sentences

FORMAS ESPECIAIS DE CONJUGAÇÃO

1. Conjugação pronominal - é a que se obtém juntando às formas de um verbo transitivo os pronomes pessoais o, a, os, as.
? A mãe empurra o carrinho.
? A mãe está a empurrar o carrinho.
? Mãe e filho empurram o carrinho.

Nas três frases, podemos substituir os elementos destacados pelo pronome pessoal o :
? A mãe empurra-o.
? A mãe está a empurrá-lo.
? Mãe e filho empurram-no.
O verbo está, assim, utilizado na conjugação pronominal.
Como se verifica, os pronomes o, a, os, as podem apresentar as formas lo, la, los, las se a forma verbal termina em -r, -s, -z ; e as formas no, na, nos, nas se a forma verbal termina em -m ou som nasal.

2. Conjugação pronominal reflexa
- é a que se obtém juntando às formas de um verbo transitivo os pronomes pessoais me, te, se, nos, vos, para indicar que as acções expressas por esse verbo recaem sobre o sujeito que as pratica.
? O cão escondeu-se debaixo das plantas.
?Lavo-me; lavas-te; lava-se; lavamo-nos; lavais-vos; lavam-se.

3. Conjugação pronominal recíproca - é a que se obtém juntando às formas verbais do plural ou ao gerúndio de um verbo transitivo os pronomes se, nos e vos
com a significação de " um ao outro " ou " uns aos outros ".
? O pai e o filho beijaram-se . ( = beijaram um ao outro )
? Estimamo-nos muito. ( = estimamos uns aos outros )
? Abraçando-se, fizeram as pazes. ( = abraçando um ao outro )
? Olhando-se de lado, partiram sem dizer palavra. ( = olhando um ao outro )

Subclasse dos Verbos

Verbos Copulativos, Transitivos e Intransitivos
1.Verbos Copulativos: São verbos de ligação entre o sujeito e o predicativo do sujeito. Os verbos copulativos são: ser, estar, continuar, parecer, ficar, permanecer...
Ex.: O príncipe era leal.

2.Verbos Transitivos: são acompanhados por complementos directos e /ou indirectos.
2.1- Verbos Transitivos Directos: São acompanhados por complementos directos.
Ex. A Ana salvou o príncipe.

2.2- Verbos Transitivos Indirectos: São acompanhados por complementos indirectos.
Ex. A Carla telefonou ao Marco.

2.3- Verbos transitivos directos e indirectos: São acompanhados por complementos directos e indirectos.
Ex. A Carla ofereceu uma prenda à Débora.

3. Verbos Intransitivos: Não são acompanhados por complementos directos nem indirectos.
Ex. O gato morreu.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

HEREDITARIEDADE

http://www.prof2000.pt/users/maceira/saber_estudar/cnaturais_3ciclo/paula_ciencias/hereditariedade/espacosheredit.htm

http://www.scribd.com/doc/10108177/Ficha-de-Trabalho-de-Ciencias-Naturais-Do-9-Ano-Hereditariedade

http://www.scribd.com/doc/8744760/Ficha-de-TrabalhoHereditariedadeII

http://bio12.no.sapo.pt/genetica_ficheiros/11-hereditariedade_exerc.pdf

http://bio012.com.sapo.pt/genetica_ficheiros/17-hered_sex-exerc.pdf

http://escolaviva.blog.pt/2563494/

ADJETIVOS

O adjetivo é uma palavra variável que exprime uma qualidade ou um estado em relação ao nome que acompanha. O adjetivo é um modificador do nome com o qual concorda em género e em número.


O adjetivo é geralmente colocado depois do nome.
Um homem rico...
Pode no entanto, surgir antes do nome
Um rico homem ...

- Pertencem a uma classe aberta de palavras, isto é, podem variar em número, género e grau e distribuem-se em 3 subclasses:

Adjecivo numeral- estabelece uma ordem. Ex.: O Diogo começou a ler na quinta página.
Adjetivo qualificativo- exprime uma qualidade; atribui uma qualidade ao nome. Ex.: O livro era interessante.
Adjetivo relacional- deriva de um nome; não varia em grau. Marca uma relação de agente ou posse relativamente ao nome. Ex.: O Diogo é um aluno espanhol.
  • GÉNERO

Os adjectivos que apresentam duas formas, uma para o masculino e outra para o feminino chamam-se adjecivos biformes.
Um rapaz simpático... / Uma rapariga simpática...

Os adjetivos que só têm uma forma para os dois géneros são os adjetivos uniformes.Um rapaz forte... / uma rapariga forte...

  • NÚMERO
Tal como o nome, o adjetivo também varia em número - singular e plural - , concordando com o nome a que se refere. A formação do plural é idêntica à dos nomes.
criativo / criativos ; sensível / sensíveis ; fácil / fáceis
sonhador / sonhadores ; bom / bons ; comilão / comilões

Os adjetivos terminados em -s apresentam a mesma forma no singular e no plural ( como acontece com os nomes )
Uma casa simples... / Umas casas simples...
O programa era reles... / Os programas eram reles...

  • GRAU
O adjetivo, além da variação de género e de número, admite a variação de grau. São três os graus dos adjetivos - normal, comparativo e superlativo.
O grau normal atribui uma qualidade.O Marco e a Filipa são altos.

O grau comparativo mostra que um ser é superior, igual ou inferior a outros.O Marco é mais alto que a Filipa.
O Marco é tão alto como a Luísa.
A Beatriz é menos alta que a Rafaela.
O grau superlativo exprime a qualidade de um ser no grau mais elevado.O Marco é o mais alto de todos.
O Marco é altíssimo.
O Marco é muito alto.
A Beatriz é a menos alta de todos

Exercícios:

1- Identifica o grau em que se encontra o adjetivo da frase: (Retirado teste 6.º ano, LP)
"Um fantasma à solta na casa podia ser muito perigoso".

1.1 Reescreve a frase anterior colocando o adjetivo no grau indicado:
a. Comparativo de igualdade.

b. Superlativo absoluto sintético.

DETERMINANTES E PRONOMES

Chamamos determinantes às palavras que se escrevem antes dos nomes e que determinam o seu género, número, posse e posição.

Os pronomes são palavras que utilizamos em vez dos nomes.


http://www.scribd.com/doc/2488927/IDENTIFICACAO-DE-DETERMINANTES

http://www.scribd.com/doc/2521262/IDENTIFICACAO-DE-PRONOMES

http://sqip.pbwiki.com/Distinguir-Determinantes-e-Pronomes

http://sqip.pbwiki.com/Ficha-sobre-Subclasses-de-Pronomes

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Preparação Teste- 1.º Teste- 2.º Período

1. Observa a figura, que representa a distribuição de fósseis em continentes teus conhecidos, que actualmente se encontram muito separados.





1.1 Indica o autor da teoria da Deriva Continental.

1.2 A figura representa dois tipos de argumentos que apoiam a teoria. Explica cada um deles.

1.3 Indica os outros dois argumentos usados pelo autor da teoria.

2. Indica o nome do supercontinente existente há milhões de anos atrás.

3. Justifica, com dois motivos, porque é que a teoria proposta por Wegener foi rejeitada na altura.

4. Refere o nome das placas tectónicas.

5. Indica a possível constituição de uma placa litosférica.

6. Considera as seguintes afirmações:

a) O isolamento da Austrália há milhões de anos atrás contribui para que os mamíferos marsupiais só se encontrem praticamente nesta zona.

b) A distribuição actual dos seres vivos está relacionada com a mobilidade dos continentes.

c) A formação das cadeias de montanhas, o aparecimento dos oceanos e de desertos contribuíram para a distribuição igual dos seres vivos por todos os continentes.

d) A ocorrência de dobras e falhas ajudaram à extinção de alguns grupos de seres vivos e, consequentemente, ao aparecimento de outros.

e) Madagáscar apresenta uma fauna pouco característica devido ao seu isolamento de África.

7. Observa os esquemas que pretendem representar os movimentos das placas litosféricas.








7.1 Legenda os três esquemas, tendo em conta o tipo de limites representados.


7.2 Refere o tipo de movimento a que se refere cada uma das afirmações seguintes:

A- Placas que se movimentam em sentido convergente.

B- Ao longo dos seus bordos ocorre formação de novos materiais, isto é, construção de nova crosta.

C- Placas que deslizam ao longo uma da outra.

D- Placas que se movimentam em sentido divergente.

E- No seu movimento ocorre choque com destruição da litosfera.


8. A figura representa o movimento de placas litosféricas.

8.1 Como se denomina o mecanismo apresentado pelas setas.
8.2 Explica resumidamente em que consiste este mecanismo.
=========================
CORRECÇÃO:
6. A)V; B)V; C)F; D)V; E)F.