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sábado, 14 de dezembro de 2013

Regra de três simples

Exercícios de aplicação:

http://www.joaonarciso.com/pdf/pdfefa/1regratres.pdf

sábado, 7 de dezembro de 2013

A REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1820

A REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1820


Situação do reino português após as invasões francesas

A população encontrava-se bastante descontente:
  • A família real continuava no Brasil e sem intenções de voltar
  • O reino encontrava-se pobre e desorganizado
  • Os ingleses não saíram de Portugal e controlavam o comércio feito com o Brasil, prejudicando assim os comerciantes portugueses
Grande parte da população, sobretudo o povo e a burguesia, começou a defender as ideias liberais vindas de França.

Revolução liberal de 1820

Em 1818 foi fundada no Porto uma sociedade secreta chamada Sinédrio que tinha como objetivo preparar uma revolução para expulsar os ingleses e ordenar o regresso do rei que estava no Brasil.
Em 1820 iniciou-se a Revolução Liberal, no Porto, que depois se espalhou por todo o país e em Lisboa.

Monarquia Liberal

Portugal passou a ter uma monarquia liberal. Foram criadas as Cortes Constituintes que tiveram a função de criar a Constituição de 1822, onde estavam definidos os direitos e deveres dos cidadãos. Nesta Constituição estava definido que todos os cidadãos eram iguais perante a lei e estava estabelecida a separação de poderes.

Independência do Brasil

O rei D. João VI regressou a Portugal, ficando o seu filho D. Pedro na regência do Brasil. Durante a permanência do rei o Brasil teve um grande desenvolvimento e os portos foram abertos aos comerciantes estrangeiros o que favoreceu a burguesia brasileira. Estes apoiaram D. Pedro que declarou a independência do Brasil em 1822.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Exercícios preparação 1.º Teste_1.º Período

Replace the personal pronouns by possessive adjectives:

  1. Where is (I)  book?
  2. Here is (we)  teacher.
  3. She goes to school with (she)  brother.
  4. (They)  father works in a car factory.
  5. (You)  laptop is very expensive.
  6. (He)  favorite hobby is tennis.
  7. (I)  husband and I want to go to Paris.
  8. We want to see (it)  historical monuments.
  9. Leila likes (she)  dog !
  10. (It)  name is Bobby.

Personal Pronoums:

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Sistema digestivo de outros animais e Sistema Respiratório



Sistema digestivo de outros animais

Diferença entre herbívoros e carnívoros

Os herbívoros têm um estômago mais volumoso e mais comprido do que os carnívoros porque comem alimentos de origem vegetal que necessitam de uma digestão mais demorada.

Sistema digestivo dos ruminantes

O animais ruminantes têm um estômago composto, dividido em 4 compartimentos:
  • pança ou bandulho
  • barrete
  • folhoso
  • coalheira

 Trajeto dos alimentos no estômago dos animais ruminantes:
  1. Os alimentos são engolidos sem serem mastigados e vão para a pança. Os líquidos vão diretamente para o folhoso. (Boca → Esófago → Pança)
  2. Já em descanso, os alimentos vão para o barrete e voltam para a boca para serem mastigados. (Pança → Barrete → Esófago → Boca)
  3. Quando voltam para o estômago os alimentos vão para o folhoso e depois para a coalheira onde sofrem a ação do suco gástrico. (Boca → Folhoso → Coalheira)
  4. Finalmente os alimentos saem do estômago para o intestino para completar a digestão e para os nutrientes serem absorvidos. (Coalheira  → Intestino)

Sistema digestivo das aves granívoras

As aves granívoras alimentam-se de grãos. Para amolecer os grãos estas aves possuem uma dilatação no esófago chamada papo.
As aves granívoras possuem também um estômago composto, divido em 2 compartimentos:
  • proventrículo – com paredes finas.
  • moela – com paredes grossas e musculosas onde os alimentos são triturados com a ajuda de grãos de areia que as aves engolem.

As aves carnívoras possuem uma moela com paredes mais finas e algumas têm um estômago apenas com um compartimento porque ingerem alimentos de digestão mais fácil.

http://www.obichinhodosaber.com/2012/01/21/ciencias-da-natureza-6o-circulacao-do-ar/

http://www.portefolionaturas.net/9.ppt.s.respiratorio.pdf

http://www.agrup-eb23-amarante.rcts.pt/documentos/testes/test_cn_6ano_sist_respiratorio_ahm.pdf

http://www.scribd.com/doc/8700358/Ficha-de-Avaliacao-de-Ciencias-da-Natureza-do-6-Ano-Sistema-Respiratorio

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Texto Narrativo – A Aia

Ficha Formativa sobre o conto "A Aia"
Lê com atenção o excerto do conto "A Aia", de Eça de Queirós.

No entanto, um grande temor enchia o palácio, onde agora reinava uma mulher entre mulheres. O bastardo, o homem de rapina, que errava no cimo das serras, descera à planície com a sua horda, e já através de casais e aldeias felizes ia deixando um sulco de matança e ruínas. As portas da cidade tinham sido seguras com cadeias mais fortes. Nas atalaias ardiam lumes mais altos. Mas à defesa faltava disciplina viril. Uma roca não governa como uma espada. Toda a nobreza fiel perecera na grande batalha. E a rainha desventurosa apenas sabia correr a cada instante ao berço do seu filhinho e chorar sobre ele a sua fraqueza de viúva. Só a ama leal parecia segura, como se os braços em que estreitava o seu príncipe fossem muralhas de uma cidadela que nenhuma audácia pode transpor.
Ora uma noite, noite de silêncio e de escuridão, indo ela a adormecer, já despida, no seu catre, entre os seus dois meninos, adivinhou, mais que sentiu, um curto rumor de ferro e de briga, longe, à entrada dos vergéis reais. Embrulhada à pressa num pano, atirando os cabelos para trás, escutou ansiosamente. Na terra areada, entre os jasmineiros, corriam passos pesados e rudes. Depois houve um gemido, um corpo tombando molemente, sobre lajes, como um fardo. Descerrou violentamente a cortina. E além, ao fundo da galeria, avistou homens, um clarão de lanternas, brilhos de armas...

Eça de Queirós, «A Aia», in Contos


1. Localiza o excerto no conto.
2. Apresenta o assunto do texto.
3. Recorrendo ao manual, indica a acção que sucede ao texto transcrito.
3.1. Justifica a importância da mesma acção.
3.2. Indica o que provocou toda esta situação.
4. Refere os modos de representação do discurso presentes no texto, justificando a tua resposta.
(Em caso de dúvida, consulta a página 218 do manual.)
5. Identifica a referência temporal presente no excerto.
5.1. Indica outras acções importantes no conto que tenham a mesma referência temporal.
6. Apresenta os informantes espaciais existentes no excerto e conclui acerca deles.
7. Explica, por palavras tuas, o sentido da frase: «Uma roca não governa como uma espada.»
8. «Depois houve um gemido, um corpo tombando molemente,sobre as lajes como um fardo.»
8.1. Transforma o seguinte excerto numa oração subordinada temporal: «Depois houve um gemido [...]».
8.2. Analisa sintacticamente a oração transcrita em 8.1.
8.3. Identifica a subclasse do verbo (transitivo/intransitivo).
8.4. Classifica morfologicamente as palavras a negrito.
9. Retira do texto exemplos de três figuras de estilo.

SOLUÇÕES
1. Este excerto situa-se no desenvolvimento, parte da acção em que são narradas as peripécias.
2. No primeiro parágrafo, o narrador realça o medo que reinava no palácio, não só por ser governado por uma mulher, mas também pela ameaça do tio bastardo; no segundo, destaca o pressentimento de que algo de grave ia acontecer.
3. Temendo pela vida do pequeno príncipe, a aia trocou as crianças, colocando o príncipe no berço de verga e o seu filho no berço de marfim.
3.1. Ao expor o seu filho à morte, a ama salva o pequeno príncipe e, consequentemente, o seu reino.
3.2. Esta situação foi desencadeada pelo tio bastardo, que, levado pela ganância e crueldade, atacou o palácio.
4. No primeiro parágrafo, predomina a descrição, uma vez que a maioria dos verbos se encontram no pretérito imperfeito («enchia», «reinava», «ardiam», «faltava»), avançando a história mais lentamente. No segundo parágrafo, a dinâmica da narrativa altera-se pela sucessão rápida de acontecimentos, bem patente na utilização abundante de verbos no pretérito perfeito («adivinhou», «sentiu», «escutou», «houve», «descerrou», «avistou»).
5. A referência temporal está presente no início do segundo parágrafo — «uma noite».
5.1. Os acontecimentos mais relevantes decorrem durante a noite, nomeadamente a partida do rei e o nascimento das duas crianças.
6. No texto, estabelece-se uma clara oposição entre o palácio — espaço interior onde se concentra a acção e que está agora à mercê do irmão do rei — e o exterior, dominado pela horda que descera das serras — local alto e de vigia — para atacar as populações que viviam na planície.
7. A roca está associada ao trabalho feminino, simbolizando, neste contexto, a mulher que agora governava o reino, isto é, a rainha. A espada, por seu turno, é um símbolo da bravura e da virilidade, representando o rei que morrera. Através desta comparação, o narrador pretende dizer-nos que a rainha não possuía as mesmas capacidades governativas que o seu esposo, nomeadamente num momento crítico como aquele que então se vivia no palácio, uma vez que o irmão bastardo do rei se preparava para o atacar.
8.
8.1. Quando/Logo que/Assim que houve um gemido…
8.2. «Depois» — complemento circunstancial de tempo.
«houve um gemido» — predicado (verbal).
«um gemido» — complemento directo.
Nota: o sujeito é inexistente, uma vez que o verbo «haver» tem o sentido de «existir».
8.3. O verbo é transitivo directo.
8.4. «tombando» — verbo «tombar» no gerúndio (forma nominal); «molemente» — advérbio de modo; «sobre» — preposição simples; «as» — determinante artigo definido, feminino do plural.
9. Enumeração — «E além, ao fundo da galeria, avistou homens,um clarão de lanternasbrilhos de armas […]; dupla adjectivação — «[…] corriam passos pesados e rudes […]; comparação — «Uma roca não governa como uma espada.»


Fonte: http://letrongas.blogspot.pt/




Mais e:  http://mestrefinezas2010.wordpress.com/9-%C2%BA-ano/