1- Diz duas funções do esqueleto.
2- Completa :
As_______________-permitem que o corpo se movimente de diversas maneiras. executam-se movimentos quando se contraem ou distendem os________________.
A principal função da_________________é ______________os músculos. A pele é constituída por _________(exterior) e pela ___________(interior).
3- Refere alguns cuidados que devemos ter com a exposição ao sol.
4- Os reis entregavam ao clero e à nobreza parte das terras conquistadas. O que lhe pediam em troca?
5- que nome tinha o documento que criava um concelho?
6- Assinala as vantagens da criação de concelhos.
a) aumentava a população de uma região.
b) reconhecia-se a autoridade do rei
c) cultivava-se a terra abandonada
d) defendia-se o território dos ataques dos Mouros
7- Quem foi o impulsionador da Expansão Marítima?
8- Bartolomeu Dias dobrou o cabo das______________que depois passou a chamar-se cabo da_________________porque abria o caminho marítimo para a ___________________. Este caminho foi descoberto por________________________.
9. Em 15500,____________________sai para uma viagem à Índia , mas acaba por descobrir o _______________.
10. Indica dois produtos que os Portugueses traziam da ìndia.
11- Por que razão é que Portugal perdeu a Independência em 1580?
12- Indica os motivos que levaram à revolta de 1640.
13- Que rei iniciou a 4.ª Dinastia.
14- A Revolução de 5 de ____ de _______, acabou com a Monarquia e instaurou a ___________. A bandeira passou a ter as cores_______,___________________----e o Hino nacional chamou-se a_________________.
15- Coloca com M ou um R, consoante se estiver a referir à Monarquia ou à República.
a) O chefe de estado é eleito pelo povo em eleições livres.
b) O chefe de Estado governa durante toda a sua vida.
c) Quem sucede o chefe de Estado é o filho mais velho.
d) O chefe de Estado é o Presidente da República.
e) O chefe de Estado é o rei.
Aqui podes tirar dúvidas dos conteúdos programáticos de todas as disciplinas do 1.º ao 3.º ciclo do Ensino Básico.
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
2.º teste_matem
1- Considera o número 35 349 807 e faz a sua leitura:
1.1 Por Classes
1.2 Por Ordens
1.3 O número tem: __dezenas de milhar; __centenas; __milhões
1.4 O algarismo das unidades de milhar é o__; 0__ é o das dezenas de milhão e vale___________unidades.
O algarismo com maior valor relativo é o ___ e com maior valor absoluto é o___.
2- Representa, com algarismos, os seguintes números:
- treze milhões e quinze unidades:
- sete centenas de milhar, oitenta e quatro dezenas e sete unidades:
- seis mil trezentas e nove décimas:
- nove milhares, vinte e cinco unidades e sete centésimas:
3- Assinala o número que corresponde à seguinte decomposição:
300000+20000+1000+800+60+7
a) 320186
b) 321867
c) 231687
d) 3021867
4- Decompõe:
673 407: _________+__________+___________+___________+__________+____________ ou
(6x___________)+(___x10.000)+(__x______)+(__x_________)+(__x_______)
5- A Ana comprou uma saia por 18 euros e uma camisola custou o quádruplo da saia. Pagou a despesa com uma nota de 100€.
5.1 Quanto gastou, ao todo, a Sara?
5.2 Quantos euros recebeu de troco?
6. Representa, com algarismos, o número que obedece às seguintes condições:
Está compreendido entre 7000 e 8000. É par. O algarismo das unidades é o maior possível. O algarismo cinco repete-se duas vezes.
7- O Diogo nasceu em 2003. O pai do Diogo tem o triplo da idade do Diogo. Que idade tem o pai do Diogo?
8- Calcula mentalmente:
25x1000=
449:10=
725X____= 7250
524:____=5,24
754X100=
7193:1000=
2065X____=
47:_____=0,47
106X10=
45:100=
63x____=
420X____=42
9- Completa as seguintes sequências de números:
10 20 40 80 __________ ____________ ______________
7 12 10 15 13 __________ __________ __________ ___________ _________
10- Assinala as afirmações verdadeiras.
13,79 é maior que 137,9
1,379 é menor que 13,79
25,83 é maior que 25,803
1,5 =15 décimas
11- Considera o número 39,05
11.1 Escreve a leitura desse número:
11.2 Indica a parte inteira:_________________-e a parte não inteira:________________
12- Ordena os números por ordem decrescente.
3642-7013-1389-0,42-24,17-65,42-654,2-0,654
13. O senhor António tem na sua loja 221 bolas e quer colocar 6 em cada caixa.
13.1 De quantas caixas precisa?
13.2 Ficam todas completas? Justifica.
14- Adivinha que número sou.
Sou maior do que 40 e menor do que 50. Sou múltiplo de 8.
15- Numa prova de atletismo participaram 60 atletas e todos concluíram a corrida. A Paula foi a última a cortar a meta. Antes da estrela, chegaram 33 corredores. Depois do Dorin chegaram 7. O Ulisses ganhou a corrida.
15.1 Indica, em algarismos e por extenso a posição de cada atleta.
16- A Mariana faz ginástica todos os dias múltiplos de 4. A carolina faz ginástica todos os dias múltiplos de 6. Em que dia do mês é que a Mariana e a Carolina fazem ginástica ao mesmo tempo?
17- A Graça gosta muito de pão. Para fazer as sanduíches para levar na mochila do lanche ela tem.
- pão de trigo e pão de milho.
- marmelada, doce de pera ou doce de abóbora.
De quantas maneiras diferentes é que a Graça pode fazer as suas sanduíches?
Explica como encontraste a resposta. Podes usar desenhos, palavras ou contas.
1.1 Por Classes
1.2 Por Ordens
1.3 O número tem: __dezenas de milhar; __centenas; __milhões
1.4 O algarismo das unidades de milhar é o__; 0__ é o das dezenas de milhão e vale___________unidades.
O algarismo com maior valor relativo é o ___ e com maior valor absoluto é o___.
2- Representa, com algarismos, os seguintes números:
- treze milhões e quinze unidades:
- sete centenas de milhar, oitenta e quatro dezenas e sete unidades:
- seis mil trezentas e nove décimas:
- nove milhares, vinte e cinco unidades e sete centésimas:
3- Assinala o número que corresponde à seguinte decomposição:
300000+20000+1000+800+60+7
a) 320186
b) 321867
c) 231687
d) 3021867
4- Decompõe:
673 407: _________+__________+___________+___________+__________+____________ ou
(6x___________)+(___x10.000)+(__x______)+(__x_________)+(__x_______)
5- A Ana comprou uma saia por 18 euros e uma camisola custou o quádruplo da saia. Pagou a despesa com uma nota de 100€.
5.1 Quanto gastou, ao todo, a Sara?
5.2 Quantos euros recebeu de troco?
6. Representa, com algarismos, o número que obedece às seguintes condições:
Está compreendido entre 7000 e 8000. É par. O algarismo das unidades é o maior possível. O algarismo cinco repete-se duas vezes.
7- O Diogo nasceu em 2003. O pai do Diogo tem o triplo da idade do Diogo. Que idade tem o pai do Diogo?
8- Calcula mentalmente:
25x1000=
449:10=
725X____= 7250
524:____=5,24
754X100=
7193:1000=
2065X____=
47:_____=0,47
106X10=
45:100=
63x____=
420X____=42
9- Completa as seguintes sequências de números:
10 20 40 80 __________ ____________ ______________
7 12 10 15 13 __________ __________ __________ ___________ _________
10- Assinala as afirmações verdadeiras.
13,79 é maior que 137,9
1,379 é menor que 13,79
25,83 é maior que 25,803
1,5 =15 décimas
11- Considera o número 39,05
11.1 Escreve a leitura desse número:
11.2 Indica a parte inteira:_________________-e a parte não inteira:________________
12- Ordena os números por ordem decrescente.
3642-7013-1389-0,42-24,17-65,42-654,2-0,654
13. O senhor António tem na sua loja 221 bolas e quer colocar 6 em cada caixa.
13.1 De quantas caixas precisa?
13.2 Ficam todas completas? Justifica.
14- Adivinha que número sou.
Sou maior do que 40 e menor do que 50. Sou múltiplo de 8.
15- Numa prova de atletismo participaram 60 atletas e todos concluíram a corrida. A Paula foi a última a cortar a meta. Antes da estrela, chegaram 33 corredores. Depois do Dorin chegaram 7. O Ulisses ganhou a corrida.
15.1 Indica, em algarismos e por extenso a posição de cada atleta.
16- A Mariana faz ginástica todos os dias múltiplos de 4. A carolina faz ginástica todos os dias múltiplos de 6. Em que dia do mês é que a Mariana e a Carolina fazem ginástica ao mesmo tempo?
17- A Graça gosta muito de pão. Para fazer as sanduíches para levar na mochila do lanche ela tem.
- pão de trigo e pão de milho.
- marmelada, doce de pera ou doce de abóbora.
De quantas maneiras diferentes é que a Graça pode fazer as suas sanduíches?
Explica como encontraste a resposta. Podes usar desenhos, palavras ou contas.
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Matemática_4.ºANO
sábado, 26 de novembro de 2011
Preparação para 2.º teste de Estudo do Meio_1.º Período
1- Indica o nome de alguns povos que passaram pela Península Ibérica.
2- Qual foi o povo que resistiu às invasões dos mouros?
3- Quem é que veio ajudar D. Afonso VI (rei de Leão e de Castela) na reconquista das terras?
4- Qual foi a recompensa que o rei de Leão e de Castela deu a D. Henrique?
5- Depois de D. Henrique ter morrido, quem passou a governar o condado?
6- Em que ano é que D. Afonso Henriques venceu as tropas da sua mãe?
7- Qual foi o tratado que foi assinado e que reconheceu a independência de Portugal? Em que ano foi assinado?
8- Quem foi Viriato? Por quem foi assassinado?
2- Qual foi o povo que resistiu às invasões dos mouros?
3- Quem é que veio ajudar D. Afonso VI (rei de Leão e de Castela) na reconquista das terras?
4- Qual foi a recompensa que o rei de Leão e de Castela deu a D. Henrique?
5- Depois de D. Henrique ter morrido, quem passou a governar o condado?
6- Em que ano é que D. Afonso Henriques venceu as tropas da sua mãe?
7- Qual foi o tratado que foi assinado e que reconheceu a independência de Portugal? Em que ano foi assinado?
8- Quem foi Viriato? Por quem foi assassinado?
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ESTUDO DO MEIO_4.ºANO
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Quantificador
É uma palavra ou locução cujo significado expressa informação relacionada com o número, a quantidade ou a parte das entidades designadas.
Os quantificadores podem ser indefinidos, interrogativos, relativos, universais. Vamos estudar agora os quantificadores numerais:
- Quantificador cardinal- Ex.: vinte e nove...
- Quantificador multiplicativo- Ex.: o triplo...
- Quantificador fraccionário Ex.: Dois terços..
Os quantificadores podem ser indefinidos, interrogativos, relativos, universais. Vamos estudar agora os quantificadores numerais:
- Quantificador cardinal- Ex.: vinte e nove...
- Quantificador multiplicativo- Ex.: o triplo...
- Quantificador fraccionário Ex.: Dois terços..
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LÍNGUA PORTUGUESA_7.ºANO
PREPOSIÇÕES
São palavras invariáveis que ligam dois constituintes da frase, de modo a que o sentido da primeira seja completado pela segunda. Têm uma função relacional, integram um constituinte subordinado num subordinante.
São preposições: a, ante, após, com, contra, de, desde, em, entre, para, perante, por, segundo, sem, sob, sobre, trás.
As preposições podem unir-se com outras palavras formando contracções.
Exemplos: dos, duns, destes, desses, daqueles, disto, disso, daquilo, doutro, doutro, aos, às, àquele, nos, nuns, nestes, nesses, naqueles, nisto, nisso, naquilo, noutro, pelo....
São preposições: a, ante, após, com, contra, de, desde, em, entre, para, perante, por, segundo, sem, sob, sobre, trás.
As preposições podem unir-se com outras palavras formando contracções.
Exemplos: dos, duns, destes, desses, daqueles, disto, disso, daquilo, doutro, doutro, aos, às, àquele, nos, nuns, nestes, nesses, naqueles, nisto, nisso, naquilo, noutro, pelo....
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LÍNGUA PORTUGUESA_7.ºANO
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Portugal (Séc. XIX e XX)
Em 1789, deu-se em França uma revolução, que trouxe para Portugal profundas consequências. Com essa revolução, o regime absolutista é derrubado e estabelece-se um regime liberal que assentava sobretudo nos ideais de liberdade e de igualdade social. Estes ideais “revolucionários” começam a espalhar-se nos vários países europeus, entre os quais Portugal. Em Portugal, a preocupação dos liberais, em parte devido à independência do Brasil, foi tentar que Portugal se tornasse auto-suficiente, ou seja, que produzisse o necessário para o abastecimento da população.
Com a introdução de novas técnicas e novos produtos (por exemplo, a difusão da cultura da batata) e com a selecção de sementes, foi possível melhorar um pouco a situação da agricultura. Verifica-se, também, a transformação da indústria tradicional, artesanal, à base da energia braçal, na indústria moderna, mecanizada, utilizando as novas fontes de energia que iam sendo descobertas: primeiramente, o vapor; mais tarde, a electricidade e o petróleo. Para um verdadeiro desenvolvimento das actividades produtivas (agricultura e indústria) necessário se tornava desenvolver também os meios de transporte e as comunicações. Assim, a máquina a vapor é aplicada aos caminhos de ferro. Igualmente a construção de estradas conheceu um avanço considerável.
No final do séc. XIX, com o aproveitamento do petróleo como fonte de energia, surge o automóvel. A partir da independência do Brasil, Portugal começa de novo a voltar- se para os territórios de África.
Portugal começa a enfrentar dificuldades económicas, o que leva ao descontentamento popular em relação aos governos monárquicos. Assim, em 5 de Outubro de 1910, o regime monárquico é derrubado e proclamada a República. O povo passou, então, a eleger livremente os seus governantes. Começou a viver-se emDemocracia. Dificuldades económicas e de entendimento deram origem a que, em 28 de Maio de 1926, fosse instalada uma Ditadura (forma de governo em que não há eleições nem partidos políticos), em que a figura dominante foi o Dr. Oliveira Salazar. No dia 25 de Abril de 1974 foi reimplantada a Democracia. Através de eleições livres, o povo elege o seu Presidente da República e os seus representantes para as Autarquias locais e para a Assembleia da República
Com a introdução de novas técnicas e novos produtos (por exemplo, a difusão da cultura da batata) e com a selecção de sementes, foi possível melhorar um pouco a situação da agricultura. Verifica-se, também, a transformação da indústria tradicional, artesanal, à base da energia braçal, na indústria moderna, mecanizada, utilizando as novas fontes de energia que iam sendo descobertas: primeiramente, o vapor; mais tarde, a electricidade e o petróleo. Para um verdadeiro desenvolvimento das actividades produtivas (agricultura e indústria) necessário se tornava desenvolver também os meios de transporte e as comunicações. Assim, a máquina a vapor é aplicada aos caminhos de ferro. Igualmente a construção de estradas conheceu um avanço considerável.
No final do séc. XIX, com o aproveitamento do petróleo como fonte de energia, surge o automóvel. A partir da independência do Brasil, Portugal começa de novo a voltar- se para os territórios de África.
Portugal começa a enfrentar dificuldades económicas, o que leva ao descontentamento popular em relação aos governos monárquicos. Assim, em 5 de Outubro de 1910, o regime monárquico é derrubado e proclamada a República. O povo passou, então, a eleger livremente os seus governantes. Começou a viver-se emDemocracia. Dificuldades económicas e de entendimento deram origem a que, em 28 de Maio de 1926, fosse instalada uma Ditadura (forma de governo em que não há eleições nem partidos políticos), em que a figura dominante foi o Dr. Oliveira Salazar. No dia 25 de Abril de 1974 foi reimplantada a Democracia. Através de eleições livres, o povo elege o seu Presidente da República e os seus representantes para as Autarquias locais e para a Assembleia da República
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ESTUDO DO MEIO_4.ºANO
Portugal (Séc. XV, XVI, XVII E XVIII)
No início do séc. XV, Portugal continuava a enfrentar dificuldades económicas. Faltavam, por exemplo, cereais. Também a falta de metais preciosos (ouro e prata), que se fazia sentir por toda a Europa, criava dificuldades ao comércio externo português. Não admira, portanto, o interesse manifestado, não só pela burguesia, mas também pelos outros grupos sociais, pela conquista deCeuta. Anobreza tinha oportunidade de ganhar fama e glória, para além de cargos e recompensas. Para oclero, guerrear os infiéis (Mouros) significava um alargamento e difusão da religião cristã. A burguesia via também com bons olhos a conquista de Ceuta.
Ceuta não só abria possibilidades de acesso aos mercados de cereais de Marrocos, mas era igualmente término das rotas do ouro e das especiarias. Para além disso, eliminava-se também a pirataria moura, havia mais segurança na costa portuguesa, possibilitava-se, também, maios segurança e consequente alargamento da área de pesca no Oceano Atlântico e o controlo de navegação no Estreito de Gibraltar. E, assim, a cidade de Ceuta é conquistada em 1415. Este acontecimento marca o início da expansão portuguesa.
Contrariamente aos benefícios económicos que se procura obter,Ceuta não é auto-suficiente. È necessário abastecê-la de gente e de cereais, cereais esses que faltam em Portugal. Assim, surgem em Portugal duas correntes de opinião. Uma é favorável ao abandono deCeu ta ou, pelo menos, à não continuação das conquistas, devido às despesas que é necessário fazer. Outra, defendida pela nobreza, favorável à continuação da conquista de outras cidades, para assim evitar os ataques dos Mouros. Estas duas correntes de opinião vão influenciar os dois rumos seguidos pela expansão portuguesa. Por um lado, a burguesia está mais interessada em alargar a área do comércio e atingir as regiões do ouro a sul do Deserto do Sara (descobertas). Por outro lado, a nobreza defende a continuação das conquistas,para assim ganhar honra, fama e mercês. O Infante D. Henrique foi o grande impulsionador da expansão portuguesa.
Tendo em conta o abastecimento deCeuta, Portugal resolve então colonizar o Arquipélago da Madeira. Inicialmente desenvolve-se a cultura do trigo, tanto para o abastecimento de Ceuta como de Portugal. Mais tarde desenvolvem-se as culturas do vinho e do açúcar. AMadeira passa, então, a abastecer aEuropa de açúcar, um produto que, até essa época, era muito raro. NosAç ores também vai ser introduzida a cultura do trigo. A criação de gado atinge um certo desenvolvimento. Sistema idêntico de colonização vai ser introduzido, mais tarde, noutras ilhas atlânticas (Arquipélagos de Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe). Para atingir as fontes do ouro a sul do Deserto do Sara, necessário se tornará navegar para sul, ao longo da costa africana, e ultrapassar oCabo Bojador, limite do mundo então conhecido.
Os ventos e a corrente marítima contrários tornavam difíceis essas viagens, sobretudo a viagem de regresso, isto aliado, também, às dificuldades de orientação, navegando longe da costa. Ora, passado o Cabo Bojador, os portugueses passam a utilizar a caravela, capaz de navegar com ventos contrários, devido às suas velas triangulares. No alto mar orientam-se pelos astros, com a ajuda de vários instrumentos.
Fazem cartas de marear (mapas), onde anotam, entre outros elementos, os rumos a seguir. À medida que as descobertas foram avançando, os portugueses começaram a estabelecer relações comerciais com os povos que aí viviam. Estes povos trocavam os seus produtos (ouro, marfim, malagueta, escravos, etc.) por outros idos de Portugal. Após a morte do Infante D. Henrique toda esta actividade sofreu uma ligeira diminuição. Mais tarde, o rei D. João II vai dar um grande impulso às viagens dos descobrimentos. O seu desejo era chegar à Índia e, assim, dominar o comércio com essa região. Para isso, era necessário encontrar uma passagem entre o Oceano Atlântico e o Oceano Índico. Diogo Cão descobre uma grande extensão da costa de África. Em seguida, Bartolomeu Dias contorna a África do sul e navega pela primeira vez no Oceano Índico.
Abriram-se, assim, as esperanças de poder chegar à Índia por mar. Por isso, D. João II mudou, ao cabo situado na extremidade sul e a que Bartolomeu Dias chamara de Cabo das Tormentas, o nome para Cabo da Boa Esperança, pela esperança de se poder chegar à Índia contornando a África.
Só no reinado de D. Manuel I é que as naus, comandadas por Vasco da Gama, partem de Lisboa à descoberta do caminho marítimo para a Índia. Em 1500,Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil.
Logo após a 1.ª viagem à Índia, começam a afluir a Lisboa as riquezas orientais, sobretudo especiarias. Assim, Portugal desempenha em todo este circuito comercial o papel de intermediário. Portugal compra no Oriente para vendar na Europa. Do mesmo modo, compra na Europa os produtos que vende no Oriente. Todo este rico e rendoso comércio, que proporcionava grandes lucros, vai influenciar a maneira de viver dos portugueses desta época (Séc. XVI). As pessoas correm a Lisboa para conseguir uma vida melhor e procurar emigrar, sobretudo para a Índia, em busca de riqueza fácil. Em contrapartida, são trazidos para Portugal muitos escravos que se vão dedicar a serviços domésticos e, também, suprimir a falta de braços na agricultura.
Mas, são sobretudo as classes privilegiadas a beneficiar das riquezas orientais. O luxo, a corrupção e a vida parasitária instalam-se nas pessoas e nos costumes.
Como as actividades produtivas estão em decadência, Portugal tem de importar grande parte do que consome. As camadas mais desfavorecidas da população ressentem-se desta situação, quer pela alta dos preços, quer pelas calamidades naturais que provocam fomes generalizadas.
Devido às dificuldades económicas e à decadência do comércio oriental, Portugal volta-se para o Brasil. Começa então uma verdadeira colonização. São transplantadas para o Brasil as culturas já experimentadas com êxito nas ilhas atlânticas, destacando- se a cana-de-açúcar, cuja produção cresce significativamente até meados do séc. XVII. O açúcar constitui a base do comércio e o suporte económico de Portugal, pois que do açúcar brasileiro se abastecia toda a Europa. Para os trabalhos, bastante penosos, nos engenhos (fábricas) de açúcar, os portugueses recorrem a escravos africanos. Mas outras actividades se desenvolvem também, tais como a criação de gado. Do mesmo modo, as culturas do algodão e do tabaco. Igualmente se continuou a exploração do pau-brasil.
No séc. XVI, em Portugal surge uma crise na sucessão ao trono. O rei D. Sebastião morre na Batalha da Alcácer-Quibir, sem deixar descendentes. Sucedeu-lhe o seu tio-avô, o Cardeal D. Henrique, já muito velho e também sem descendentes.
As classes privilegiadas e até a burguesia vêem com agrado a aclamação de D. Filipe II, rei de Espanha, como futuro rei de Portugal. Entretanto, morre (1580) o Cardeal D. Henrique.
Finalmente, D. Filipe II, rei de Espanha, é aclamado rei de Portugal, com o nome de Filipe I, comprometendo-se, no entanto, a respeitar a autonomia de Portugal. Sucedem-lhe Filipe II e Filipe III, também reis de Espanha com os nomes de D. Filipe III e D. Filipe IV, respectivamente. Em Portugal começa a manifestar-se hostilidade em relação ao rei de Espanha, Filipe III de Portugal. Então um grupo de nobres proclama a Restauração da Independência (1640) na pessoa do Duque de Bragança, que é aclamado rei (D. João IV.
Durante a 1.ª metade do séc. XVIII explorou-se, em grande quantidade, ouro no Brasil. Com a sua vinda para Portugal acabam as dificuldades da nossa balança comercial. O dinheiro abunda, as importações e o consumo aumentam.
É no séc. XVIII que os reis concentram na sua mão todo o poder e submetem as classes à sua autoridade. Com o Marquês de Pombal, ministro de D. José I, o absolutismo atinge o seu ponto máximo.
Ceuta não só abria possibilidades de acesso aos mercados de cereais de Marrocos, mas era igualmente término das rotas do ouro e das especiarias. Para além disso, eliminava-se também a pirataria moura, havia mais segurança na costa portuguesa, possibilitava-se, também, maios segurança e consequente alargamento da área de pesca no Oceano Atlântico e o controlo de navegação no Estreito de Gibraltar. E, assim, a cidade de Ceuta é conquistada em 1415. Este acontecimento marca o início da expansão portuguesa.
Contrariamente aos benefícios económicos que se procura obter,Ceuta não é auto-suficiente. È necessário abastecê-la de gente e de cereais, cereais esses que faltam em Portugal. Assim, surgem em Portugal duas correntes de opinião. Uma é favorável ao abandono deCeu ta ou, pelo menos, à não continuação das conquistas, devido às despesas que é necessário fazer. Outra, defendida pela nobreza, favorável à continuação da conquista de outras cidades, para assim evitar os ataques dos Mouros. Estas duas correntes de opinião vão influenciar os dois rumos seguidos pela expansão portuguesa. Por um lado, a burguesia está mais interessada em alargar a área do comércio e atingir as regiões do ouro a sul do Deserto do Sara (descobertas). Por outro lado, a nobreza defende a continuação das conquistas,para assim ganhar honra, fama e mercês. O Infante D. Henrique foi o grande impulsionador da expansão portuguesa.
Tendo em conta o abastecimento deCeuta, Portugal resolve então colonizar o Arquipélago da Madeira. Inicialmente desenvolve-se a cultura do trigo, tanto para o abastecimento de Ceuta como de Portugal. Mais tarde desenvolvem-se as culturas do vinho e do açúcar. AMadeira passa, então, a abastecer aEuropa de açúcar, um produto que, até essa época, era muito raro. NosAç ores também vai ser introduzida a cultura do trigo. A criação de gado atinge um certo desenvolvimento. Sistema idêntico de colonização vai ser introduzido, mais tarde, noutras ilhas atlânticas (Arquipélagos de Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe). Para atingir as fontes do ouro a sul do Deserto do Sara, necessário se tornará navegar para sul, ao longo da costa africana, e ultrapassar oCabo Bojador, limite do mundo então conhecido.
Os ventos e a corrente marítima contrários tornavam difíceis essas viagens, sobretudo a viagem de regresso, isto aliado, também, às dificuldades de orientação, navegando longe da costa. Ora, passado o Cabo Bojador, os portugueses passam a utilizar a caravela, capaz de navegar com ventos contrários, devido às suas velas triangulares. No alto mar orientam-se pelos astros, com a ajuda de vários instrumentos.
Fazem cartas de marear (mapas), onde anotam, entre outros elementos, os rumos a seguir. À medida que as descobertas foram avançando, os portugueses começaram a estabelecer relações comerciais com os povos que aí viviam. Estes povos trocavam os seus produtos (ouro, marfim, malagueta, escravos, etc.) por outros idos de Portugal. Após a morte do Infante D. Henrique toda esta actividade sofreu uma ligeira diminuição. Mais tarde, o rei D. João II vai dar um grande impulso às viagens dos descobrimentos. O seu desejo era chegar à Índia e, assim, dominar o comércio com essa região. Para isso, era necessário encontrar uma passagem entre o Oceano Atlântico e o Oceano Índico. Diogo Cão descobre uma grande extensão da costa de África. Em seguida, Bartolomeu Dias contorna a África do sul e navega pela primeira vez no Oceano Índico.
Abriram-se, assim, as esperanças de poder chegar à Índia por mar. Por isso, D. João II mudou, ao cabo situado na extremidade sul e a que Bartolomeu Dias chamara de Cabo das Tormentas, o nome para Cabo da Boa Esperança, pela esperança de se poder chegar à Índia contornando a África.
Só no reinado de D. Manuel I é que as naus, comandadas por Vasco da Gama, partem de Lisboa à descoberta do caminho marítimo para a Índia. Em 1500,Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil.
Logo após a 1.ª viagem à Índia, começam a afluir a Lisboa as riquezas orientais, sobretudo especiarias. Assim, Portugal desempenha em todo este circuito comercial o papel de intermediário. Portugal compra no Oriente para vendar na Europa. Do mesmo modo, compra na Europa os produtos que vende no Oriente. Todo este rico e rendoso comércio, que proporcionava grandes lucros, vai influenciar a maneira de viver dos portugueses desta época (Séc. XVI). As pessoas correm a Lisboa para conseguir uma vida melhor e procurar emigrar, sobretudo para a Índia, em busca de riqueza fácil. Em contrapartida, são trazidos para Portugal muitos escravos que se vão dedicar a serviços domésticos e, também, suprimir a falta de braços na agricultura.
Mas, são sobretudo as classes privilegiadas a beneficiar das riquezas orientais. O luxo, a corrupção e a vida parasitária instalam-se nas pessoas e nos costumes.
Como as actividades produtivas estão em decadência, Portugal tem de importar grande parte do que consome. As camadas mais desfavorecidas da população ressentem-se desta situação, quer pela alta dos preços, quer pelas calamidades naturais que provocam fomes generalizadas.
Devido às dificuldades económicas e à decadência do comércio oriental, Portugal volta-se para o Brasil. Começa então uma verdadeira colonização. São transplantadas para o Brasil as culturas já experimentadas com êxito nas ilhas atlânticas, destacando- se a cana-de-açúcar, cuja produção cresce significativamente até meados do séc. XVII. O açúcar constitui a base do comércio e o suporte económico de Portugal, pois que do açúcar brasileiro se abastecia toda a Europa. Para os trabalhos, bastante penosos, nos engenhos (fábricas) de açúcar, os portugueses recorrem a escravos africanos. Mas outras actividades se desenvolvem também, tais como a criação de gado. Do mesmo modo, as culturas do algodão e do tabaco. Igualmente se continuou a exploração do pau-brasil.
No séc. XVI, em Portugal surge uma crise na sucessão ao trono. O rei D. Sebastião morre na Batalha da Alcácer-Quibir, sem deixar descendentes. Sucedeu-lhe o seu tio-avô, o Cardeal D. Henrique, já muito velho e também sem descendentes.
As classes privilegiadas e até a burguesia vêem com agrado a aclamação de D. Filipe II, rei de Espanha, como futuro rei de Portugal. Entretanto, morre (1580) o Cardeal D. Henrique.
Finalmente, D. Filipe II, rei de Espanha, é aclamado rei de Portugal, com o nome de Filipe I, comprometendo-se, no entanto, a respeitar a autonomia de Portugal. Sucedem-lhe Filipe II e Filipe III, também reis de Espanha com os nomes de D. Filipe III e D. Filipe IV, respectivamente. Em Portugal começa a manifestar-se hostilidade em relação ao rei de Espanha, Filipe III de Portugal. Então um grupo de nobres proclama a Restauração da Independência (1640) na pessoa do Duque de Bragança, que é aclamado rei (D. João IV.
Durante a 1.ª metade do séc. XVIII explorou-se, em grande quantidade, ouro no Brasil. Com a sua vinda para Portugal acabam as dificuldades da nossa balança comercial. O dinheiro abunda, as importações e o consumo aumentam.
É no séc. XVIII que os reis concentram na sua mão todo o poder e submetem as classes à sua autoridade. Com o Marquês de Pombal, ministro de D. José I, o absolutismo atinge o seu ponto máximo.
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ESTUDO DO MEIO_4.ºANO
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